Os videogames e o desenvolvimento cerebral
24 de janeiro de 2010| 9h53| Tweet este Post
Por Rafael Cabral
Um estudo publicado no jornal acadêmico Cerebral Córtex mostrou que a habilidade em videogames depende, em grande escala, do desenvolvimento de setores do cérebro relacionados à capacidade motora e à multifuncionalidade – e também que jogar mais não ajuda muito no fortalecimento dessas áreas. Ou seja: pode cortar essa desculpa.
O estudo testou 29 homens e 10 mulheres, pedindo que elas jogassem o game Space Fortress, criado para a pesquisa. Pela única imagem divulgada, o jogo parece um dos primeiros (e mais toscos) cartuchos do Atari – mas jogabilidade e beleza, com certeza, não estavam entre as prioridades dos desenvolvedores. O game tem o propósito de testar habilidades específicas do cérebro, com as pessoas tendo que alcançar a pontuação mais alta e, ao mesmo tempo, lidar com mudanças de objetivos durante a partida.
Com as imagens da atividade cerebral em mãos, os pesquisadores focaram em duas áreas: as responsáveis pelas capacidades motoras e multifuncionalidade (núcleo caudado e putâmen) e aquela pela qual entendemos as noções de recompensa e punição (o núcleo accumbens). Tudo isso pra quê, afinal? Para confirmar que pessoas que pessoas que entendem melhor o que é bom ou ruim dentro do jogo se dão melhor no final, enquanto os multifuncionais lidam melhor com a troca de prioridades.
O resultado diz que um quarto das performances dos gamers pode ser medida, acredite, pelo tamanho dessas áreas no cérebro de cada um. O objetivo é usar esses dados para desenvolver métodos de aprendizado diferentes para cada perfil e para tratamentos neurológicos.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2010
PIAGET LINO DE MACEDO - O JOGO
domingo, 24 de janeiro de 2010
Livro traz o olhar das crianças de 192 países
http://www.revistapontocom.org.br/?p=2277
O mundo por meio dos olhos das crianças. Pelo menos, é o que pretende mostrar o livro Art in All of Us, que reúne fotos, desenhos e poemas de crianças dos 192 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). A obra é resultado de cinco anos de trabalho e do envolvimento de 18 mil crianças.
Publicada por iniciativa da ONG belga que leva o mesmo nome do livro, a iniciativa traz, por meio do vasto material, informações sobre a real situação das crianças. A ideia é incentivar o direito de toda criança à liberdade de expressão, tal como previsto pelo artigo 13 da Convenção de Direitos da Criança, cujo vigésimo aniversário foi comemorado no ano passado.
Saiba mais sobre o projeto e a ONG
As fotos são do fotógrafo belga Anthony Asael.
Confira alguns trabalhos:

- No Brasil, uma menina desenha como vê o país

- ‘Temos vulcões, temos geleiras, temos lagos, temos lava, temos cachoeiras, tudo em uma só ilha’, escreve menino islandês de 12 anos
- No Afeganistão, apenas 53% das crianças estão matriculadas no ensino fundamental, apesar de 54% da população ter menos de 18 anos

- ‘Benin, meu país querido, país da calma democracia, país da tranquilidade e da fraternidade, país da solidariedade e da convivência’, escreve uma garota de 10 anos

- No poema que acompanha a foto da Grã-Bretanha, uma menina de 10 anos fala da preocupação com a obesidade: ‘Comer na loja de fish and chips… olha o que acontece, eu ganho pneus no quadril’

- No livro, as crianças afegãs retratam a vida no interior do país. ‘Amo este país e seus campos… Amo os rios, amo os fazendeiros, amo os pastores’, escreve uma menina de 10 anos

- A ilustração de um garoto de 10 anos mostra as marges do rio Tâmisa, em Londres. Para o fotógrafo Anthony Asael, crianças se expressam melhor através de desenhos
O mundo por meio dos olhos das crianças. Pelo menos, é o que pretende mostrar o livro Art in All of Us, que reúne fotos, desenhos e poemas de crianças dos 192 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). A obra é resultado de cinco anos de trabalho e do envolvimento de 18 mil crianças.
Publicada por iniciativa da ONG belga que leva o mesmo nome do livro, a iniciativa traz, por meio do vasto material, informações sobre a real situação das crianças. A ideia é incentivar o direito de toda criança à liberdade de expressão, tal como previsto pelo artigo 13 da Convenção de Direitos da Criança, cujo vigésimo aniversário foi comemorado no ano passado.
Saiba mais sobre o projeto e a ONG
As fotos são do fotógrafo belga Anthony Asael.
Confira alguns trabalhos:

- No Brasil, uma menina desenha como vê o país

- ‘Temos vulcões, temos geleiras, temos lagos, temos lava, temos cachoeiras, tudo em uma só ilha’, escreve menino islandês de 12 anos
- No Afeganistão, apenas 53% das crianças estão matriculadas no ensino fundamental, apesar de 54% da população ter menos de 18 anos
- ‘Benin, meu país querido, país da calma democracia, país da tranquilidade e da fraternidade, país da solidariedade e da convivência’, escreve uma garota de 10 anos

- No poema que acompanha a foto da Grã-Bretanha, uma menina de 10 anos fala da preocupação com a obesidade: ‘Comer na loja de fish and chips… olha o que acontece, eu ganho pneus no quadril’

- No livro, as crianças afegãs retratam a vida no interior do país. ‘Amo este país e seus campos… Amo os rios, amo os fazendeiros, amo os pastores’, escreve uma menina de 10 anos

- A ilustração de um garoto de 10 anos mostra as marges do rio Tâmisa, em Londres. Para o fotógrafo Anthony Asael, crianças se expressam melhor através de desenhos
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Educação para o consumo
http://www.midiativa.tv/blog/?p=67318/01/2010
Por Maria Inês Dolci
Precisamos de uma nova geração de consumidores que lute por seus direitos e exija práticas cidadãs das empresas públicas e privadas
Quantos de nós, ao volante, já fomos repreendidos por nossos filhos ao mínimo deslize -buzinar, acelerar muito o carro, discutir com outros motoristas? Onde eles aprenderam que o trânsito poderia ser mais civilizado, se todos se comportassem como cidadãos?
Principalmente na escola.
É lá que as crianças e adolescentes discutem, também, a importância de preservar o ambiente, fazem votações simuladas e recebem noções de responsabilidade social.
Concluo, então, que educação para o consumo deveria constar do currículo obrigatório. Os alunos aprenderiam, nessa disciplina, a diferença entre pagamento à vista e a prazo, a calcular uma taxa de juros simples e quais são os direitos básicos do consumidor.
Começariam, desde cedo, a se vacinar contra o consumismo, o desejo compulsivo de comprar em substituição a outras emoções e gratificações da vida.
Esse ensino poderia ser vinculado a outras disciplinas, como matemática (juros, taxas de cadastro), ciências (por que produtos de época, como frutas e legumes, são mais baratos e saudáveis), história (a evolução do consumidor e de seus direitos ao longo do tempo), educação física e esportes (os direitos do torcedor).
Ao lado da defesa do ambiente, a conscientização do consumidor é um dos principais desafios das sociedades modernas. Ao escolher produtos e serviços, estamos, também, dizendo sim ou não a práticas ambientais nocivas, ao trabalho infantil, à precarização do emprego, aos acidentes de consumo, dentre outros problemas gravíssimos de nossos dias.
Comprador consciente também sabe dos malefícios do contrabando, da economia informal, da sonegação de impostos.
Governos costumam gastar fortunas -nossas!- em propagandas de suas administrações. Quantas vezes vocês, leitores, viram anúncios oficiais que estimulassem o consumo consciente? Provavelmente nunca, porque não dão votos, ou incomodam financiadores de campanha.
Cabe aos pais, então, se mobilizar para cobrar isso dos políticos nos quais votam e das escolas nas quais seus filhos estudam. Precisamos, urgentemente, de uma nova geração de consumidores conscientes, pronta para lutar por seus direitos e exigir práticas mais cidadãs (de verdade, não somente no marketing) das empresas públicas e privadas.
É verdade que essa conscientização tenderá a se multiplicar e a invadir áreas como a política, os direitos dos eleitores. Políticos não gostam muito disso, mas uma sociedade só se torna desenvolvida quando cada um conhece seus direitos e deveres.
Quando motoristas e pedestres respeitam os semáforos, as faixas de segurança. E quando cidadãos não precisam ser proibidos de fumar em locais fechados, não furam filas e exigem tratamento digno de fabricantes e lojistas. Pessoas assim não compram produtos sem nota e reciclam o lixo. Não jogam papel pela janela do carro ou do ônibus.
Desenvolvimento de verdade é isso. O resto é mania de grandeza ou demagogia.
Folha de S. Paulo, Vitrine, 16/1/2010
Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/vitrine/vi1601201003.htm
Cinderela larga príncipe e Branca de Neve toma Prozac em livro na Espanha
Cinderela na versão de Nunila López e Myriam Cameros (Foto: Editora Planeta/Divulgação)Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil
Cinderela na versão de Nunila López e Myriam Cameros (Foto: Editora Planeta/Divulgação)
Um livro no qual Cinderela se rebela, vira vegetariana, sai do baile só de madrugada e larga o príncipe encantado, e em que sua amiga Branca de Neve usa Prozac para combater a depressão, se tornou um dos maiores sucessos de venda das últimas semanas na Espanha.
A obra La Cenicienta que no Queria Comer Perdices (“A Cinderela que não queria comer perdizes”, em uma alusão ao tradicional final de contos em espanhol, que acabam com a frase “foram felizes e comeram perdizes”) vendeu mais de 50 mil exemplares no país nas seis primeiras semanas após seu lançamento.
A história foi criada quase que por brincadeira pela escritora Nunila López Salamero e pela desenhista Myriam Cameros Sierra.
Elas contam que ofereceram o livro a várias editoras espanholas e não receberam nem um e-mail como resposta.
Com a ajuda de amigas e de associações de combate à violência contra a mulher, López e Cameros juntaram dinheiro em coletas para a primeira publicação e o sucesso foi imediato.
Receberam apoio de intelectuais espanhóis e chamaram a atenção de uma das maiores editoras da Espanha, a Planeta, que publicou o texto.
Outras princesas
A Cinderela espanhola do século 21 percebe que era uma mulher maltratada pela madrasta e suas irmãs, abandonada pelo pai, forçada a estar magra para caber em roupas de tamanho 38 e que o príncipe, depois que se tornou seu marido, era um mandão e eterno insatisfeito.
No livro, a renovada Gata Borralheira ainda se reencontra com suas amigas princesas que também estão em nova fase e com outros personagens de contos clássicos que decidem mudar de vida.
A Bela Adormecida explica como acordou sozinha, Branca de Neve sai da depressão, deixa o Prozac (remédio ansiolítico) e resolve se bronzear até ficar morena.
“(O livro) é dedicado a todas as mulheres valentes que querem mudar de vida”, explicam as autoras.
Ele deverá ser lançado no Brasil em 2010, mas ainda sem previsão de data, nem título definitivo.
Envie por e-mail
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
QUE ENSINEMOS AS NOVAS GERÇÕES A PROTEGER O PLANETA E MAIS SOLIDARIEDADE ENTRE JOVENS , ADULTOS E VELHOS
Alexandra Maia e Chico
Canal de chicoealexandra
sábado, 26 de dezembro de 2009
CASO Sean e David Goldman: Sequestro
Embora concorde com algumas interfaces postas nesta matéria,como o ocultamento da mãe em sair dos EUA e depois pedir divórcio e o caso do padrasto em falsificação ideológica, o que está em jogo é Sean Goldman e seus laços afetivos constituídos , até então,nada justifica esse rapto, feito com acordos econômicos, e a entrada da mídia o que equivale aos mesmo conluios da mãe e do padrasto.O que tem que ser pensado é a criança.
retirado de :http://direitocomum.wordpress.com/2009/03/04/caso-sean-e-david-goldman-sequestro/
Prometi alguns posts para o blog, como um artigo sobre a constitucionalidade da Lei Maria da Penha, mas, por conta de algumas atividades, tanto da faculdade, como do meu trabalho, não consegui cumprir nada. O máximo que fiz foram dois pequenos comentários sobre dois filmes excelentes para o universo jurídico…
De qualquer maneira, hoje não estou vindo aqui me redimir, ainda, estou vindo aqui divulgar uma notícia que, incrivelmente, ainda se encontra no submundo do universo midiático.
A notícia não é nova, muito menos desconhecida do universo jurídico brasileiro, mas, incrivelmente, ainda não suscitou debate e divulgação da mídia por ser a família de um dos envolvidos no caso extremamente $influente$ no Rio de Janeiro.
Vamos ao assunto?
Conheci o caso “Sean e David Goldman” por meio da Naiara, amiga virtual que sempre freqüenta meu outro blog, o Uma Fábula sobre a Vaidade. A Nai me passou os links para os excelente blogs “Síndrome de Estolcomo” e “Adventures of a Gringa in Rio” e, desde então, só penso no caso desse pai e filho que estão impossibilitados de se encontrar pelos vícios da justiça brasileira.
Vou publicar agora, na íntegra, o resumo sobre o caso. Escrito pela Rachel (Americana que vive no Rio), do blog “Adventures of a Gringa in Rio”, a convite da dona do blog “Síndrome de Estolcomo”, o resumo é excelente e assusta os mais sensíveis.
Boa leitura:

“O caso do Sean Goldman é extremamente complicado e inspira muita emoção, raiva e confusão. Por isso, é importante pensar na sua própria família quando ler os detalhes do caso, em vez de enfocar na nacionalidade. Enquanto você for lendo, pense: o que você faria se seu filho foi sequestrado?
No 16 de Junho de 2004, o americano David Goldman despediu-se do seu filho Sean, no aeroporto da Nova Iorque, quando o Sean e sua mãe saíram de férias para duas semanas no Brasil. O David não sabia nesse momento, mas a mulher brasileira dele estava no processo de sequestrar o Sean e levar ele ao Brasil, sem nenhuma intenção de voltar para os Estados Unidos. Por quatro anos e meio, o David está lutando muito contra o sistema jurídico brasileiro para ganhar a guarda do Sean de volta e trazer ele para casa em Tinton Falls, New Jersey, EUA.
A corte no Rio de Janeiro deu guarda para a mãe, ela também conseguiu um divórcio e casou de novo com um advogado (importante). Aliás, o mesmo advogado que ela contratou para fazer o processo do divórcio. Ele já foi casado e é possível que ainda era casado quando conheceu a mãe do Sean. Mas, Agosto passado, a mãe do Sean faleceu no parto, dando luz à filha do novo marido brasileiro.
Depois disso, o padrasto do Sean mudou a certidão de nascimento dele, apagando o nome do pai real e colocando o próprio nome. Hipócrita incrível, o padrasto é advogado de família e trabalha para pessoas exatamente como o David, ajudando pessoas com filhos sequestrados. Mas sua família é rica, conhecida, tem muito poder no Rio de Janeiro e está conseguindo ficar com a criança.
David está tentando usar os meios oficiais e legais para conseguir seu filho de volta, principalmente a Convenção da Haia, que trata de sequestros de crianças. Porém, quando a corte do Rio deu permissão para o David visitar o filho em Outubro, o padrasto do Sean sequestrou o menino para prevenir a visita. Ninguém foi atrás dele.
O tempo foi passando e uma “mediação” entre o David e o padrasto foi marcada. Essa mediação acontece há duas semanas. Agora, em Fevereiro, a corte concedeu outra visita, e David finalmente conseguiu ver o filho depois de quase cinco anos, passando quatro dias no Rio de Janeiro. Mas, voltou para casa depois da sexta vez no Brasil sem o filho. A corte suprema federal decidiu que o caso será decidido na Brasília, longe dos juízes cariocas na bolsa da família do padrasto.
Outro fato sobre o padrasto: incrivelmente, está processando o David, entre outras coisas, para custos de advogado. Segundo a lei brasileira e internacional, o Sean tem que estar na custodia do pai biológico, um fato ignorado pelo padrasto, apesar de ele ser advogado. Dizem que “quem rouba tostão é ladrão; quem rouba milhão é barão.” Mas, quem rouba criança é o que?
Enquanto a mídia americana está cobrindo o caso extensivamente, incluindo uma especial do Dateline da NBC, a mídia brasileira ficou em silêncio. A corte brasileira emitiu uma ordem que proíbe que a reportagem seja feita pela imprensa, suprimindo esta história trágica de um menino separado do pai, contra os desejos dos dois. Só a revista Piaui escreveu sobre o caso, apesar de umas historiazinhas pequenas na Internet e uma história com nomes falsos no Estado de São Paulo.
O David está nesta batalha da sua vida e está enfrentando algumas famílias muito poderosas e influenciais do Rio de Janeiro, que estão fazendo todo o possível para não deixar que ele veja o Sean, seu próprio filho. Ele já tentou todas as opções legais possíveis nos Estados Unidos e no Brasil, com um grande custo financeiro e emocional.
O Congresso americano já se envolveu no caso com uma resolução do House of Representatives e vários senadores escrevendo para o Presidente Lula. É muito possível que o Presidente Obama vá discutir o caso com o Lula na reunião deles em Março.
O Sean permanece na custodia do padrasto, refém no Rio.
Veja a historia completa do caso:
www.bringseanhome.org
Outros links:
http://www.youtube.com/watch?v=_jrpvV9xEFQ http://riogringa.typepad.com/my_weblog/the-goldman-files.html
http://www.msnbc.msn.com/id/21134540/vp/28952002#28952002
A infância é vítima de negociatas-Caso Goldman- Sean Goldman
By NBC Apud Estadão
By Uol Folha on line- Silvana Bianchi, avó materna de Sean Goldman, 9, mostra caderno do neto em entrevista coletiva no Rio na tarde desta sexta-feira (25)A infância é vítima de negociatas , não apenas na classe pobre, dentro das classes abastadas e médias a coisa é pior.É foco de negociatas, como das bravatas e conluios americanos, porque afinal, apesar de sermos um país emergente, e Obama dizer que Lula é o Cara, somos do terceiro mundo sim, pois não temos força em renovar o direito esclerosado, e um tribunal que não entende de história e infância .
PORQUE não ouvir a criança? Onde anda o Conselho tutelar do Rio, O ECA,aonde estão os especialistas sobre infância,onde anda Lula- O CARA, de Obama.Porque a criança nao pode ser ouvida, ou melhor só pode aos doze?Que quer dizer doze anos?
Que cognição tem esses magistrados que obedecem a Lei , mas não a vida e seu desenvolvimento? Piaget ocorreu em erros por definir faixas etárias fixas em sua proposta de estágios do desenvolvimento infantil, sem considerar o contexto e o tempo social.
Para fins políticos, pretende-se baixar a maioridade,para fins de delitos e crimes,assim como o voto, se redefiniu-se, aí há voz da criança e adolescentes? Não, como não houve para este rapto !Rapto sim, feito em conluio com a Mídia, com o senado americano e instâncias do poder no Brasil.A mídia tem acesso ao neto e acompanha-o durante a viagem, fotografa para o negócio midiático da NBC,mas seus parentes avós , não podem acompanhá-lo,porque?Onde esta a ética desta Emissora? Mas o que é Ética Americana?
Goldman vendeu seu filho a esta emissora, ele tem apenas um barco e é corretor de imóveis, segundo-Estadão-"
"ÉTICA
A atitude da NBC de pagar o voo para trazer S. e David Goldman para os EUA tem sido questionada como antiética. O canal de TV conta com uma exclusividade na história por pagar as contas do pai do menino, que não concedeu entrevistas para outros canais americanos depois de retornar. Goldman, para ter renda, aluga um barco e trabalha como corretor de imóveis."http://bit.ly/91TQuh
Cristopher Lasch(1932-1994) , historiador célebre americano, já falava dessa família decadente americana, absorvida pelos negócio e políticas , vestida de um narcisismo hipócrita e isso continua.
Como se não bastasse, a mídia manipula a Infância , como já afirmava Neil Postman, americano professor da Universidade de Nova York(1931-2003). Para ele, a singularidade das crianças está desaparecendo na submissão à mídia eletrônica, e a infância, passa a ser um artefato social, uma coisa, submetida ao capitalismo e não uma questão psicobiológica .
A família Americana está na mídia como uma das que não tem dado conta dos seus filhos, haja visto o que ocorre na suas escolas e no seu cotidiano em Drogas etc. fora porte de armas sem limites por crianças e adolescentes, vide Michael Moore.
O Sr Goldman se diz um pai sem fronteiras, é isso mesmo, esbarra em tudo e derruba tudo até no amor, sem limites de pacîencia para ouvir o filho aos doze anos, ou aos dezoito, mas a querela é política e não de paternidade.Não se respeitam as diferenças.Os professores de Sean foram ouvidos, o colégio e os amigos de doze anos? Não.
Não somos nós apenas o país das drogas ,alias, nos exportamos para eles também ,porque eles nos financia, já que esta é a terapia deles; a Psicanálise está abandonada por eles e também outras terapias.
Lars von Trier mostra em seu filme, como crítico que é dos EUA, da bestificação americana em várias obras suas, e no Anticristo faz menção das terapias idiotas- cognitivistas - dos americanos.
Neste país,Brasil, que precisamos de pessoas para adotar,contudo ,pune-se quem de fato por consaguinidade tem a guarda e a tutela da criança, é um modelo contraditório das políticas publicas, no sentido mais geral, da Adoção.
Vide abaixo mátéria da Folha On -Line:
.....
Sean tem uma irmã de um ano e cinco meses, filha da mãe Bruna Bianchi, morta em 2008, com o segundo marido. Segundo a avó, a irmã de Sean, Chiara, perguntou várias vezes por ele. Para a avó, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, foi "desumano" em sua decisão, que resultou na separação do menino da irmã.
"Moeda de troca"
Na opinião dela, o menino virou "moeda de troca" entre Brasil e Estados Unidos, já que a decisão de Mendes foi dada depois que o Senado americano suspendeu a votação de uma medida que estende por um ano programa de isenção tarifária que beneficia as exportações brasileiras. Depois que o retorno de Sean foi assegurado pela Justiça, o programa foi aprovado.
Em entrevista à emissora Fox News nesta quinta (24), o senador democrata Frank Lautenberg sugeriu uma relação direta entre a decisão do Supremo e o bloqueio comercial do qual ele foi autor. "Isso [a devolução do menino ao pai] não aconteceu porque fomos bonzinhos", disse ele. "Aconteceu porque nós decidimos ser duros e bloquear uma medida que daria ao Brasil o equivalente a US$ 2,5 bilhões em oportunidades comerciais." O Itamaraty nega qualquer relação entre os fatos.
Com a Folha de S.Paulo, em Washingtonhttp://bit.ly/5zbe4O
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
De la calle a cómo cambió la forma de jugar
AYER Y HOY. LOS MAS GRANDES TIENEN RECUERDOS MUY GRATOS DE SU NIÑEZ AL AIRE LIBRE. EL MAS CHICO SE CONECTA CON SUS AMIGOS Y JUEGA EN LA WEBEL Clarin Ar
Por: Mariana Iglesias
AYER Y HOY. LOS MAS GRANDES TIENEN RECUERDOS MUY GRATOS DE SU NIÑEZ AL AIRE LIBRE. EL MAS CHICO SE CONECTA CON SUS AMIGOS Y JUEGA EN LA WEB.
La pregunta es sobre el juego. Y Dante, que tiene ocho años, habla de todo lo que hace en su casa. Se detiene en cada uno de sus jueguitos de "la Play", aclara que también tiene una "PSP" (una Play Station Portátil), y cuenta los dibujitos que ve en la tele. Vanesa es una madre de 34 y Norberto, un abuelo de 62. Y aunque se lleven sus buenos años, la infancia de ellos dos tiene mucho en común: hablan largo y tendido de las horas pasadas en la calle, de la bici, de los mandados que hacían solos, de mamá llamándolos para que entren a cenar, de la ausencia de las miradas controladoras de los adultos. Es justamente lo que más rescatan de la niñez: la libertad, una libertad que Dante no conoce.
"Tengo Facebook para conectarme con mis amigos y chatear y por los juegos. En la computadora juego a los juegos del Facebook: Pet Society, Crazy Planet, Restaurante City. En Facebook mandás una solicitud de amistad para tener amigos y poder chatear con ellos. La mitad de los chicos de mi grado tienen Facebook. También tengo Play Station. Juego al Guitar Hero, el juego de Ratatouille, Kim possible, al Win Eleven, al de la NBA. También tengo una PSP y juego al básquet, al ping pong, a uno de carrera de autos, y escucho música. Me gusta Coldplay y Cerati. O veo videos de música o las fotos que tengo cargadas. En la tele miro dibujitos. Mi favorito es el de Phineas y Ferb, además de los Simpson. También veo películas en cine y DVD", detalla Dante Bottaro. "Contra mi voluntad, vamos a regalarle la Play a mi nieto para las Fiestas, pero bueno, tampoco se puede ir contra la corriente", reflexiona Norberto Durán, dueño de un taller metalúrgico. Y vuelve sobre el tema: "Estoy seguro que a nosotros no nos hubiera gustado la Play, que es para estar solo y encerrado. Nosotros éramos una barra de la calle".
La calle también es el gran tema de Vanesa Potenza, secretaria en el Mercado Central y asesora de imagen. Su infancia fue en Madero, La Matanza, en uno de esos caserones con fondo, jardín y la puerta siempre abierta. La calle, el escenario perfecto para patinar, jugar a la escondida, la rayuela, el quemado. Esa calle que se llenaba de pirotecnia a fin de año y de bombitas de agua en el carnaval. Vanesa ahora vive en Lugano, pero sus hijas (Melina, de 15, y Rocío, de 12) ni asoman la nariz.
Con la ayuda de una comadrona, Norberto nació en la casa de su abuela, en Remedios de Escalada. Pero su infancia fue en una pieza y una cocina alquiladas, en una casa de Avellaneda en la que vivían tres familias. Elena, su mamá, le enseñó a leer, escribir, sumar y restar antes de que empezara primer grado. Norberto no habla de otra cosa que la calle, la pelota, las bolitas. Y los domingos en la cancha. "La mitad de la barra era de Racing y la otra de Independiente. Ibamos todos a las dos canchas. Y como éramos menores de 12 años y estábamos solos, pagábamos diez centavos de seguro". No se iba de vacaciones ("ningún amigo se iba"). No tenía televisor. Las sobremesas eran jugando a las cartas con sus padres, con la radio de fondo. "Tenía autitos de lata a cuerda y un triciclo. No tenía juguetes, pero no los necesitaba". Vanesa habla de bebotes y de un jueguito de té. Lamenta esos patines de rueditas naranjas que no tuvo, y añora las vacaciones en Mar del Plata, en un departamentito de la avenida Colón. Un gran recuerdo: el día que dejó su chupete en el programa de Carlitos Balá, en Canal 7.
Claro que el mundo de Dante no se limita a la Play. Va a la escuela, a un instituto de arte donde hace plástica, teatro, iniciación literaria, música, expresión corporal y títeres. En verano se va de vacaciones al exterior, y en invierno a esquiar: "Con mi mamá leemos todas las noches, dibujamos, cocinamos o vemos El Gourmet. Con mi papá hacemos el fuego para el asado. Me lleva los sábados al club a jugar al básquet. De grande me imagino jugando al básquet".
A pesar de las carencias materiales y afectivas ("no teníamos nada", dice Norberto), ("mi papá trabajaba mucho, casi no lo veía", dice Vanesa), tienen muy gratos recuerdos de la niñez. "Nos conformábamos", aseguran. Ser niño en los '50, '70, el 2000. ¿Mejor? ¿Peor? No son las preguntas adecuadas. Ya lo escribió Proust: "La patria es la infancia".
domingo, 20 de dezembro de 2009
APRENDENDO & BRINCANDO Importância da leitura e respeito à natureza em DVDs infantis
leia mais do Jornal do comércio -Recife-PEDo JC Online Recifehttp://bit.ly/8MLSc7
A coleção é indicada para crianças entre 4 e 6 anos
Foto: Divulgação
Para as crianças, a melhor forma de aprender é brincando. E é por isso que a editora multimídia Log On lança um pacote reunindo três DVDs dirigidos ao aprendizado e desenvolvimento dos pequenos. A coleção Aprendendo & Brincando mostra que não existe melhor maneira de aprender do que através das brincadeiras.
O pacote traz as séries Pinky Dinky Doo, Miss Spider e Pingu, três das principais séries de animação infantil dos últimos tempos, com cerca de 214 minutos de boas histórias e aventuras. A coleção é indicada para crianças entre 4 e 6 anos e está à venda pelo preço sugerido de R$ 39,90.
A série Pinky Dinky Doo destaca a importância da leitura e da criação de histórias. Já a animação Miss Spider explora o mundo mágico de insetos em miniatura. E para fechar a coleção Aprendendo & Brincando, o DVD da série Pingu mostra um atrapalhado pinguim sempre pronto para a diversão, trazendo lições como união familiar, amizade, honestidade e cooperação.
SERVIÇO
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PESAR

Faleceu ontem 16.12.2009 a Profa Dra.Elza Dias Pacheco, criadora do Lapic-ECA USP
Laboratório de Pesquisa sobre Infância e Imaginário na comunicação.
Especialista em Lúdico e Cultura Infanto Juvenil.
Dexa-nos um legado e intensa saudade!!!!!!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
"Da Vinci das crianças" de José Arrabal"

Caros amigos e amigas:
Por ocasião do lançamento do livro "Da Vinci
das crianças" de José Arrabal, faremos uma leitura dramática com
aproximadamente 20 minutos de duração na próxima QUINTA FEIRA, DIA 17
DE DEZEMBRO na CASA DAS ROSAS. Essa intervenção faz parte do evento
que inclui além do lançamento, um coquetel e uma exposição de gravuras
de Anasor, a ilustradora do livro. O evento começa às 19 horas e nossa
apresentação deverá ocorrer por volta das 20 horas. Gostaria de vê-los
por lá.
GRUPO I D
INTERVENÇÃO DRAMÁTICA:
“HISTÓRIAS DE LEONARDO DA VINCI”
Baseada no romance:
“Da Vinci das Crianças – Histórias de Leonardo Da Vinci”,
de José Arrabal, ilustrado por Anasor.
(Coleção Clássicos do Mundo – Paulinas Editora, 2009)
Roteiro: José Cetra e Emerson Lopes da Silva, adaptado pelo grupo para
intervenção dramática
Elenco: Neuza Pommer, Mariana Cetra, Emerson Lopes da Silva e José Cetra
Operador de Som: Luiz Campos Jr.
Direção e trilha sonora: José Cetra
Trilha sonora: músicas medievais e renascentistas
Casa das Rosas, 17 de dezembro de 2009 às 20 horas, dentro do evento
de lançamento do livro.
São Paulo - SP
sábado, 12 de dezembro de 2009
Los playmobil, juguetes de culto y de exposición
DE MUSEO "Érase una vez playmobil", la retrospectiva que el Museo de Artes Decorativas de París presenta hasta el 9 de junio de 2010.by revista Ñ EL CLARIN
Creados por el alemán Hans Beck en 1974, los muñequitos de 7,5 centímetros animan una muestra en el Museo de Artes Decorativas de París. Tres generaciones, atravesadas por el universo de un juguete para coleccionar.
DE MUSEO "Érase una vez playmobil", la retrospectiva que el Museo de Artes Decorativas de París presenta hasta el 9 de junio de 2010.
Los playmobil, pequeñas figuritas de plástico desmontable que atesoran millones de niños y adultos en todo el mundo, se convierten en protagonistas absolutos de la primera exposición parisina dedicada a los míticos juguetes.
Bautizada " Érase una vez playmobil", la retrospectiva que el Museo de Artes Decorativas de París presenta, a partir de mañana y hasta el 9 de junio de 2010, expone miles de estos muñecos articulados con sonrisa perenne, que creó el alemán Hans Beck en 1974.
"Esta exposición busca mezclar épocas", declaró la comisaria de la exposición, Dorothée Charles, quien agregó: "vamos a reunir tres generaciones" en alusión a "los padres que regalaban los primeros playmobil a sus hijos, y que ahora son quienes los compran a los suyos".
Charles recordó que estos muñequitos de 7,5 centímetros de altura son "los juguetes más mixtos" que existen, pues "el hermano mayor le pasa sus playmobil a su hermana pequeña". "Es un juguete que se transmite y se guarda", agregó convencida.
Buen ejemplo de ello es el artista invitado a la exhibición y gran coleccionista de las figuritas, el alemán Oliver Schaffer, que ha concebido la vitrina de la muestra titulada "Circus Oliver" inspirada en el mundo circense, con más de 1.500 personajes y animales.
Además del circo, la exhibición ofrece tres universos míticos de playmobil como "los combatientes", donde comparten escenario caballeros medievales en magníficas fortalezas sobrevoladas por dragones, con piratas tuertos a bordo de navíos y rudos vikingos con espadas y cuernos.
En la vitrina "Explorar el mundo", la conquista del oeste con indios y vaqueros a lomos de caballos son protagonistas absolutos junto a los exploradores polares, que disfrutan de laboratorios y accesorios para sus investigaciones científicas.
La cotidianeidad está reflejada en "La vida en la ciudad" a través de la evolución de la casa, desde mansiones victorianas hasta el chalet unifamiliar, además de unas calles reflejo de un amplio abanico de profesiones como policías y bomberos, auténticas celebridades en esta sociedad de plástico duro.
Gran relevancia de la fauna en la retrospectiva del museo parisino, que exhibe desde el primigenio caballo, coetáneo de la primera figura "humana", a tigres de Bengala, canguros y jirafas, pues el animal "es un universo muy importante de Playmobil", apuntó la comisaria.
La muestra rescata algunos dibujos enviados a la compañía de manera espontánea por los niños, a menudo acompañados por cartas con apreciaciones por escrito, en la que los pequeños clientes sugieren ciertas modificaciones para un mejor disfrute de estos juguetes.
"Los niños prestan mucha atención a los detalles y ahí es dónde reside nuestro éxito, en el cuidado que prestamos a los detalles", explicó la responsable de mercadotecnia de Playmobil, Cécile L'Hermite, cuya empresa fabrica los juguetes más vendidos en Francia.
Año agridulce para la compañía, con sede en Alemania, que en enero tuvo que decir adiós a Hans Beck, "padre" del célebre juguete, mientras celebra el 35 aniversario de la creación de las primeras figuritas -el obrero, el indio y el caballero-, todas masculinas.
La representación femenina en esta particular sociedad tuvo que esperar dos años más, en 1976, y los niños y los bebés no llegaron hasta 1981 y 1984, respectivamente.
La concepción de las figuritas surgió como un encargo de la compañía alemana Geobra Brandstitter, en la que trabajaba Beck, para que creara un nuevo juguete, menos voluminoso que los de plomo y aluminio del momento, y menos costoso, para hacer frente a la crisis del petróleo de 1973.
Tres décadas y media después, más de 2.200 millones de personajes producidos aseguran a los playmobil la condición de mito, que perdura de generación en generación.
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