Infância e descoberta: conhecendo a linguagem da arte, indo de encontro aos estereótipos
Bruna Pereira Alves
RESUMO
As crianças começam a ter contato com a arte na educação infantil. Nesta fase, elas sonham acordadas, inventam e descobrem coisas, se aventuram em um mundo desconhecido, não têm medo de criar. Pensando neste contexto, venho destacar a importância de o professor aproveitar esta fase de seus alunos e disponibilizar recursos para aprimorar o conhecimento deles e aguçar sua curiosidade e vontade de desvendar, já que é assim, que os alunos ampliarão seu vocabulário visual e darão asas a sua imaginação. Assim, escrevo este artigo, para levantar a importância de o professor agitar-se no movimento de mudanças e descobertas, argumentando e criticando, movimentando-se no sentido de oportunizar ao seu aluno um melhor ambiente de aprendizagem. Além disso, venho levantar como outro ponto essencial em minha discussão, a questão dos estereótipos, muito difundidos no ambiente escolar, destacando a importância de se pensar sobre eles, e sua influência sobre os alunos, principalmente na educação infantil, em que a criança começa a criar conceitos e relações novas a respeito do que aprende, não devendo ter como base modelos prontos. Desta forma, levanto a importância de o professor utilizar os jogos e o lúdico para chamar a atenção de seus alunos para o que ele está apresentando e, sem utilizar estereótipos, possibilitá-los a utilizar a imaginação para fazer arte.
Palavras-chave: Arte; Criar; Estereótipos; Imaginação.
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Infância e descoberta: conhecendo a linguagem da arte, indo de encontro aos estereótipos
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indo de encontro aos estereótipos,
Infância e descoberta: conhecendo a linguagem da arte
QUEM SE LEMBRA DA INFÂNCIA? IMAGENS DA INFÂNCIA NO MUSEU DE ARTE
DE SANTA CATARINA
REDDIG
1
, Amalhene Baesso
Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC
Palavras-chave: Educação, Infância, Memórias.
Tal como a mãe, que aconchega no peito o recém-nascido sem
acordá-lo, assim também a vida trata, durante muito tempo, as
ternas recordações da infância.
Walter Benjamin
2
Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e
sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do
que comparação. Então eu trago das minhas raízes crianceiras a
visão comungante e oblíqua das coisas. Eu tenho que essa visão
oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde
havia transfusão da natureza e comunhão com ela.
Manoel de Barros
3
Rememorando o passado tentando encontrar respostas para motivações que me
embalam hoje, reencontro-me com lembranças da minha infância e aqui narro um pouco de
minhas memórias, sejam elas visuais, sensoriais ou orais para com elas me aproximar mais da
pesquisa que ora alinhavo. É um tecer lento de fios emaranhados que, com paciência, vou
desatando os nós e reorganizando outra vez em forma de novelo. A nova tecedura passa a ser de
recordações e escritos do passado presentificado nos caminhos que percorro no momento,
vislumbrando outros possíveis caminhos no futuro. Faço uma longa viagem de volta, exercito o
pensamento guardado na memória e lá procuro o que trago da infância e porquê.
LEIA TEXTO COMPLETO CLICANDO NO TÍTULO !!!!!!!!!!!!
REDDIG
1
, Amalhene Baesso
Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC
Palavras-chave: Educação, Infância, Memórias.
Tal como a mãe, que aconchega no peito o recém-nascido sem
acordá-lo, assim também a vida trata, durante muito tempo, as
ternas recordações da infância.
Walter Benjamin
2
Cresci brincando no chão, entre formigas. De uma infância livre e
sem comparamentos. Eu tinha mais comunhão com as coisas do
que comparação. Então eu trago das minhas raízes crianceiras a
visão comungante e oblíqua das coisas. Eu tenho que essa visão
oblíqua vem de eu ter sido criança em algum lugar perdido onde
havia transfusão da natureza e comunhão com ela.
Manoel de Barros
3
Rememorando o passado tentando encontrar respostas para motivações que me
embalam hoje, reencontro-me com lembranças da minha infância e aqui narro um pouco de
minhas memórias, sejam elas visuais, sensoriais ou orais para com elas me aproximar mais da
pesquisa que ora alinhavo. É um tecer lento de fios emaranhados que, com paciência, vou
desatando os nós e reorganizando outra vez em forma de novelo. A nova tecedura passa a ser de
recordações e escritos do passado presentificado nos caminhos que percorro no momento,
vislumbrando outros possíveis caminhos no futuro. Faço uma longa viagem de volta, exercito o
pensamento guardado na memória e lá procuro o que trago da infância e porquê.
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Debate sobre bullying em TV mobiliza telespectadores
Debate sobre bullying em TV mobiliza telespectadores
Em 08/02/2010 estive no programa Edição das 10, da Globo News, com o objetivo de debater o bullying. Comigo, estava no estúdio a psicopedagoga Lucia Helena Saavedra, coautora do livro "Diga NÃO para o Bullying" e da pesquisa sobre o tema, feita no Rio de Janeiro com 5.428 alunos de 11 escolas, em 2002/2003.
O programa muito bem estruturado focalizou uma escola de São Paulo que desenvolveu um modelo exemplar de prevenção e controle do bullying. Enriqueceram o debate as participações de correspondentes em Madri (Espanha) e Los Angeles (EUA). A consequência não podia ser diferente. Apenas no espaço de tempo destinado aos comentários, houve 95 participações bastante interessantes. Destaco agora apenas dois pontos de opiniões que me pareceram muito importantes. Um deles é que muitos pais apoiam o bullying e outro é que muitos professores apoiam o bullying. Este é o relato de um participante: "Muito comum, mas muito comum mesmo, é professora arrumar apelido infame para o aluno".
Programas como este e com a grande abrangência que a TV tem, são de grande importância para a informação sobre o bullying, uma vez que muitos ainda o desconhecem, e um incentivo à prevenção e controle do bullying nas escolas brasileiras.
Assitam o vídeo do programa, abaixo:
Lauro Monteiro
Editor
Leia mais e veja vídeos clicando no títiulo!!!!!!!!!!
Em 08/02/2010 estive no programa Edição das 10, da Globo News, com o objetivo de debater o bullying. Comigo, estava no estúdio a psicopedagoga Lucia Helena Saavedra, coautora do livro "Diga NÃO para o Bullying" e da pesquisa sobre o tema, feita no Rio de Janeiro com 5.428 alunos de 11 escolas, em 2002/2003.
O programa muito bem estruturado focalizou uma escola de São Paulo que desenvolveu um modelo exemplar de prevenção e controle do bullying. Enriqueceram o debate as participações de correspondentes em Madri (Espanha) e Los Angeles (EUA). A consequência não podia ser diferente. Apenas no espaço de tempo destinado aos comentários, houve 95 participações bastante interessantes. Destaco agora apenas dois pontos de opiniões que me pareceram muito importantes. Um deles é que muitos pais apoiam o bullying e outro é que muitos professores apoiam o bullying. Este é o relato de um participante: "Muito comum, mas muito comum mesmo, é professora arrumar apelido infame para o aluno".
Programas como este e com a grande abrangência que a TV tem, são de grande importância para a informação sobre o bullying, uma vez que muitos ainda o desconhecem, e um incentivo à prevenção e controle do bullying nas escolas brasileiras.
Assitam o vídeo do programa, abaixo:
Lauro Monteiro
Editor
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O bullying escolar deve ser prevenido e combatido pela escola
O bullying escolar é uma situação antiga, já bem conhecida por pais e professores. Não se sabia de suas consequências que, às vezes, são graves e para toda a vida. Ninguém dava importância, porque ninguém estava informado. Não havia um nome, um conceito. Não se sabia da importância da sua prevenção por todas as escolas.
Prevenir e combater o bullying na escola é de responsabilidade de toda a escola, envolvendo funcionários, professores, diretoria, alunos e pais de alunos.
Não se resolve o bullying escolar na polícia ou na Justiça, últimas instâncias a serem procuradas, se todo o resto falhou.
Esperamos estar atendendo com essa opinião a muitas pessoas que nos mandam e-mails querendo soluções fora da escola, aparentemente porque a escola não teria tomado providências.
Em alguns estados brasileiros, leis já foram sancionadas determinando que as escolas desenvolvam programas de prevenção e combate ao bullying. Veja a notícia. Realmente o bullying pode doer no bolso das escolas, conforme já divulgamos em artigo no site.
Cuidem-se, portanto, as escolas que não dão atenção ao sofrimento daqueles que sofrem o bullying e desconhecem que no bullying escolar a atenção deve ser dada não só às vítimas, mas às testemunhas silenciosas, que assistem e nada fazem, e àqueles que praticam o bullying.
Mas o que desejamos sempre é que essas situações sejam antes de tudo prevenidas e, se necessário, combatidas na escola com a participação de todos.
Às escolas, eu diria que divulguem amplamente, antes do início do ano letivo, quando da matrícula, que lá não se admite o bullying.
Para os alunos eu diria: "Não sofra sozinho. Você tem o direito de ser feliz na sua escola. Fale. Conte o que está acontecendo".
Para os pais eu recomendaria que não se preocupem apenas com os resultados do aprendizado dos seus filhos. Tão importante quanto verificar as notas obtidas é saber se o seu filho está socialmente bem na escola.
Lauro Monteiro
Pediatra / Editor
Prevenir e combater o bullying na escola é de responsabilidade de toda a escola, envolvendo funcionários, professores, diretoria, alunos e pais de alunos.
Não se resolve o bullying escolar na polícia ou na Justiça, últimas instâncias a serem procuradas, se todo o resto falhou.
Esperamos estar atendendo com essa opinião a muitas pessoas que nos mandam e-mails querendo soluções fora da escola, aparentemente porque a escola não teria tomado providências.
Em alguns estados brasileiros, leis já foram sancionadas determinando que as escolas desenvolvam programas de prevenção e combate ao bullying. Veja a notícia. Realmente o bullying pode doer no bolso das escolas, conforme já divulgamos em artigo no site.
Cuidem-se, portanto, as escolas que não dão atenção ao sofrimento daqueles que sofrem o bullying e desconhecem que no bullying escolar a atenção deve ser dada não só às vítimas, mas às testemunhas silenciosas, que assistem e nada fazem, e àqueles que praticam o bullying.
Mas o que desejamos sempre é que essas situações sejam antes de tudo prevenidas e, se necessário, combatidas na escola com a participação de todos.
Às escolas, eu diria que divulguem amplamente, antes do início do ano letivo, quando da matrícula, que lá não se admite o bullying.
Para os alunos eu diria: "Não sofra sozinho. Você tem o direito de ser feliz na sua escola. Fale. Conte o que está acontecendo".
Para os pais eu recomendaria que não se preocupem apenas com os resultados do aprendizado dos seus filhos. Tão importante quanto verificar as notas obtidas é saber se o seu filho está socialmente bem na escola.
Lauro Monteiro
Pediatra / Editor
domingo, 30 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Jovens pautam políticas articuladas com o desenvolvimento - Portal Vermelho
sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Museu mexicano reúne mais de 40 mil brinquedos antigos
DA EFE
Frente ao sucesso dos videogames e de brinquedos eletrônicos no Natal, um museu transporta nostálgicos aos felizes anos da infância por meio de seus mais de 40 mil brinquedos antigos.
Há 50 anos, o colecionador mexicano Roberto Shimizu guardou seu primeiro brinquedo, um carro de metal inglês Rolls Royce fabricado em 1940. O carrinho foi a primeira peça do Museu do Brinquedo Antigo do México.
No local, destacam-se ainda a mais antiga boneca do México e a coleção dos menores trens com motor do mundo. Também há bonecas de trapo e carrinhos de madeira com mais de 100 anos.
Frente ao sucesso dos videogames e de brinquedos eletrônicos no Natal, um museu transporta nostálgicos aos felizes anos da infância por meio de seus mais de 40 mil brinquedos antigos.
Há 50 anos, o colecionador mexicano Roberto Shimizu guardou seu primeiro brinquedo, um carro de metal inglês Rolls Royce fabricado em 1940. O carrinho foi a primeira peça do Museu do Brinquedo Antigo do México.
No local, destacam-se ainda a mais antiga boneca do México e a coleção dos menores trens com motor do mundo. Também há bonecas de trapo e carrinhos de madeira com mais de 100 anos.
sábado, 11 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Plano Nacional pela Primeira Infância foi lançado ontem
BRASÍLIA – Será lançado nesta terça-feira (7), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Plano Nacional pela Primeira Infância. Elaborado pela Rede Nacional Primeira Infância, o documento aponta diretrizes para atender as necessidades de crianças brasileiras com até 6 anos de idade.
De acordo com o secretário da rede, Vital Didonet, a faixa etária é considerada decisiva na formação da criança. “Esta é a fase da existência humana que mais determina a personalidade, a inteligência, o equilíbrio emocional, a integração social e a formação de valores”, explicou.
O plano avalia os progressos conquistados nos últimos anos em indicadores de desenvolvimento infantil e aponta os problemas que continuam afetando a vida das crianças. A estratégia é auxiliar o cumprimento das determinações previstas na Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e também de leis setoriais de educação, saúde, assistência e cultura.
“Essa faixa etária vem sendo atendida na área de saúde, de educação, um pouco na assistência social, mas há uma grande quantidade de crianças à margem”, alertou o coordenador da rede. “Precisamos apoiar as políticas que já existem e dar um horizonte atemporal para elas, mostrando áreas que ainda precisam de atuação mais específica”, completou.
Didonet destacou que é preciso maior apoio, por parte do governo, para as famílias brasileiras – não apenas para as mais vulneráveis, como ocorre no Programa Bolsa Família. “Apoio para que elas possam cumprir o papel de primeira educadora. As crianças estão cada vez mais sendo deixadas de lado”, criticou.
O plano já foi entregue ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e deverá entrar na pauta do órgão para aprovação no próximo dia 14. Em seguida, será repassado ao governo federal como proposta de ações e de metas a serem alcançadas até 2022.
“A expectativa é que o governo encaminhe para o Congresso Nacional, para se transformar em lei. Assim, haverá mais força de execução, além de criar uma cultura de planejamento a longo prazo para alcançar as metas sem a descontinuidade tão tradicional na política pública brasileira”, afirmou o secretário.
A Rede Nacional Primeira Infância pretende desenvolver ainda medidas visando à elaboração de planos estaduais e municipais, que adequem as disposições do plano nacional aos diferentes territórios brasileiros.
Composta de 86 organizações governamentais, não governamentais, multilaterais e empresariais, o órgão promoveu, durante dois anos e meio, reuniões, debates, audiências públicas presenciais e pela internet para a elaboração do plano.
Crianças de 3 a 6 anos também participaram, expressando desejos e necessidades por meio de dinâmicas apropriadas para a faixa etária. Entre os temas abordados estão saúde, alimentação, lazer e violência.
De acordo com o secretário da rede, Vital Didonet, a faixa etária é considerada decisiva na formação da criança. “Esta é a fase da existência humana que mais determina a personalidade, a inteligência, o equilíbrio emocional, a integração social e a formação de valores”, explicou.
O plano avalia os progressos conquistados nos últimos anos em indicadores de desenvolvimento infantil e aponta os problemas que continuam afetando a vida das crianças. A estratégia é auxiliar o cumprimento das determinações previstas na Constituição, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e também de leis setoriais de educação, saúde, assistência e cultura.
“Essa faixa etária vem sendo atendida na área de saúde, de educação, um pouco na assistência social, mas há uma grande quantidade de crianças à margem”, alertou o coordenador da rede. “Precisamos apoiar as políticas que já existem e dar um horizonte atemporal para elas, mostrando áreas que ainda precisam de atuação mais específica”, completou.
Didonet destacou que é preciso maior apoio, por parte do governo, para as famílias brasileiras – não apenas para as mais vulneráveis, como ocorre no Programa Bolsa Família. “Apoio para que elas possam cumprir o papel de primeira educadora. As crianças estão cada vez mais sendo deixadas de lado”, criticou.
O plano já foi entregue ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e deverá entrar na pauta do órgão para aprovação no próximo dia 14. Em seguida, será repassado ao governo federal como proposta de ações e de metas a serem alcançadas até 2022.
“A expectativa é que o governo encaminhe para o Congresso Nacional, para se transformar em lei. Assim, haverá mais força de execução, além de criar uma cultura de planejamento a longo prazo para alcançar as metas sem a descontinuidade tão tradicional na política pública brasileira”, afirmou o secretário.
A Rede Nacional Primeira Infância pretende desenvolver ainda medidas visando à elaboração de planos estaduais e municipais, que adequem as disposições do plano nacional aos diferentes territórios brasileiros.
Composta de 86 organizações governamentais, não governamentais, multilaterais e empresariais, o órgão promoveu, durante dois anos e meio, reuniões, debates, audiências públicas presenciais e pela internet para a elaboração do plano.
Crianças de 3 a 6 anos também participaram, expressando desejos e necessidades por meio de dinâmicas apropriadas para a faixa etária. Entre os temas abordados estão saúde, alimentação, lazer e violência.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A criança e o livro infantil Prof. Luiz Antônio Coelho- PUC RIO
Até há algumas décadas, a ilustração cumpria sua tradicional função – elucidar o texto. Hoje, não é raro encontrarmos publicações, onde a imagem e o texto são, igualmente, responsáveis pela narrativa. Em alguns casos, a imagem toma a frente da narrativa e o texto aparece como um voz em off ou como um roteiro. Em outros casos, como no livro de imagem, a narrativa é construída pela imagem (o texto entra como título, nome do autor e sinopse, por exemplo).
O livro infantil contemporâneo não corresponde, unicamente, a uma concretização de narrativa oral (onde o conteúdo imagético é construído por palavras – imagens verbais), mas à utilização de uma linguagem híbrida e mutuamente dependente, através da interação entre imagem e palavra (ARIZPE e STYLES, 2003).
Para NODELMAN (1988), o livro infantil conta uma história, e esta ficção é, atualmente, muito baseada na informação pictórica. Entretanto, se levarmos em consideração a tradição de obras literárias de ficção em livros sem ilustrações, observaremos que histórias podem ser contadas adequadamente, sem uso da ilustração. Então, por que acrescentar ilustrações ao texto de ficção? Por que ilustrar um livro infantil?
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O livro infantil contemporâneo não corresponde, unicamente, a uma concretização de narrativa oral (onde o conteúdo imagético é construído por palavras – imagens verbais), mas à utilização de uma linguagem híbrida e mutuamente dependente, através da interação entre imagem e palavra (ARIZPE e STYLES, 2003).
Para NODELMAN (1988), o livro infantil conta uma história, e esta ficção é, atualmente, muito baseada na informação pictórica. Entretanto, se levarmos em consideração a tradição de obras literárias de ficção em livros sem ilustrações, observaremos que histórias podem ser contadas adequadamente, sem uso da ilustração. Então, por que acrescentar ilustrações ao texto de ficção? Por que ilustrar um livro infantil?
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A Aliança pela Infância, em parceria com a UMPAZ -
Momentos de diversão e criatividade para crianças e adultos! Os eventos são gratuitos. Não é necessário fazer inscrição. |
Esse evento é recomendado para crianças a partir dos 3 anos de idade. Se não conseguir visualizar o cartaz por favor acesse: http://www. Os encontros mensais acontecem sempre aos sábados de manhã de 10:30 às 12:00 no Espaço Sapucaia - biblioteca da UMAPAZ e da Aliança pela Infância. Qualquer dúvida entre em contato conosco por email: eventos@aliancapelainfancia. |
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