segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Dívida adulta com a infância-Sergio Ferrari IN BRASI 247


Unicef alerta que crianças que vivem em zonas de conflito em todo o mundo continuam sofrendo com a pobreza extrema (Foto: Unicef/ Aaref Watad)

PALESTINE

VÍDEO POSTADO POR MIM  PORX LOST IN PIT

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EMBORA TENHA MEUS SENÕES QUANTO A UNICEF, FACE EXPERIÊNCIAS VIVIDAS E AMIGOS QUE A CORTEJA,VALE PENSAR O QUE DIZ O AUTOR Sergio Ferrari.

O TEMA É ANTIQUÍSSÍMO ,MAS VOLTA A SE PONDERAR.

ALIÁS O TEMA DA INFÂNCIA É O FOCO NO ADULTO E SEUS ENTORNOS,NÃO SE  SEPARA UM DO OUTRO QUANDO PENSAMOS SOCIAL E POLITICAMENTE O TEMA.

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Sergio Ferrari.

https://www.brasil247.com/blog/divida-adulta-com-a-infancia


A crise da infância questiona a consciência planetária. Uma em cada cinco crianças no mundo sofre com a pobreza extrema e a tendência é isso piorar

Atualmente, em países de baixa renda, mais de 412 milhões de crianças sobrevivem com menos de 3 dólares por dia. No entanto, afirma o Relatório sobre o Estado das Crianças no Mundo, publicado pela UNICEF há apenas algumas semanas, "a pobreza infantil não se limita às regiões mais pobres do mundo". Na verdade, também afeta países de renda média e alta. De acordo com o relatório, se uma linha de pobreza mais realista fosse aplicada nesses países —por exemplo, 8,30 dólares por dia em vez de 3 dólares—-, o número de crianças em "pobreza monetária" no mundo subiria para dois em cada três, aproximadamente 1,4 bilhão.

"Em um momento em que os gastos militares atingiram a cifra exorbitante de 272 bilhões de dólares", enfatizam os autores do estudo da UNICEF, "centenas de milhões de crianças continuam sem bens básicos como educação, água limpa e moradia adequada." (https://www.unicef.org/es/media/176341/file/SOWC-2025-executive-summary-ES.pdf).

A dívida e seu impacto letal na infância

Muitos países em desenvolvimento enfrentam uma situação econômica complexa, cujo resultado quase sempre é a deterioração de seu crescimento, o que tem impacto direto nos programas de redução da pobreza e nos serviços públicos para crianças. Essa deterioração é agravada por cortes substanciais na ajuda ao desenvolvimento. Até 2030, essa fórmula letal pode causar a morte de cerca de 4,5 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade. A ajuda planejada para a educação em 2026 será 25% menor do que em 2025, sem dúvida uma ameaça de desescolarização para 6 milhões de crianças. Essa realidade é agravada pelo impacto direto da dívida externa. De fato, quarenta e cinco dos países em desenvolvimento destinam mais recursos ao pagamento de juros dessa dívida do que ao orçamento de saúde.

"Os números atualizados sobre a situação das crianças são tão dramáticos quanto alarmantes", diz o teólogo Beat Wehrle, especialista suíço em direitos das crianças e membro do conselho diretor da ONG Terre des Hommes, na Alemanha, uma das mais dinâmicas do setor da infância. Mas, Wehrle argumenta, esses números não são inocentes; pelo contrário, "eles refletem o ataque sistemático neoliberal às políticas públicas." Com longa experiência trabalhando em vários países latino-americanos, Wehrle explica que essa agressão neoliberal se manifesta "no aumento significativo do nível de endividamento não apenas no nível estatal, mas também nas economias familiares". E com consequências dramáticas, já que a lógica neoliberal reduz a oferta de políticas públicas de educação e saúde. Essa redução, enfatizou Wehrle, também é agravada "pela queda injustificável dos recursos alocados à cooperação internacional, cujo exemplo mais significativo é a desintegração total da USAid, no início de 2025". E aponta que a mesma tendência também é percebida na maioria dos países europeus, como pode ser visto ao analisar a cooperação para o desenvolvimento e a ajuda humanitária no Velho Mundo.

As consequências dramáticas desses cortes, que já foram sentidas com tanta intensidade em 2025, serão refletidas no próximo Relatório UNICEF 2026. "É certo que a já dramática situação global que as crianças estão vivenciando tenderá a piorar ainda mais", conclui Wehrle.

Crianças marginalizadas

As maiores taxas de pobreza infantil no mundo estão entre as crianças mais novas. Em 2024, 22,3% das crianças com menos de quatro anos viviam em condições de extrema pobreza financeira, quase o dobro da porcentagem de jovens entre quinze e dezessete anos de idade.

Além das consequências do endividamento e da distorção das políticas nacionais, há outros fatores que não são menos críticos a serem levados em conta. Por exemplo, o nível de escolaridade dos dependentes de suas respectivas famílias.

Nas famílias onde os líderes familiares não receberam educação básica, a taxa de pobreza extrema é de 32,9%. Em famílias onde o chefe de família concluiu o ensino superior, essa taxa é de 5,8%.

Significativamente, cerca de 79% das crianças em extrema pobreza vivem em comunidades rurais. No entanto, em áreas urbanas, o nível de pobreza em assentamentos informais e favelas é muito maior que a média.

Crianças com deficiência têm muito mais probabilidade de sofrer com a pobreza porque os custos de saúde são muito mais altos para suas famílias. Por outro lado, cuidar dessas crianças geralmente impede que seus pais ou responsáveis trabalhem fora de casa. Crianças deslocadas ou refugiadas, cujos números muitas vezes são subestimados, correm maior risco de cair na pobreza não apenas durante o trânsito, mas também desde o momento em que chegam ao novo destino. Estudos feitos na Colômbia, no Líbano e Uganda apontam altas taxas de pobreza entre populações deslocadas.

Crianças indígenas também apresentam taxas de pobreza muito mais altas. Nos vinte e três países que ratificaram a Convenção dos povos indígenas e tribais, em 2024, 18,7% dessas comunidades viviam em extrema pobreza monetária, em comparação com 9,3% da população geral.

Não menos significativo é o impacto das guerras e outras situações de conflito. Metade das crianças em contextos de conflito (e a fragilidade deles resultante) sofre de pobreza extrema. Em contextos não afetados, apenas 11,4%.

Guerras como fatores agravantes

Ao redor do mundo, há um aumento extraordinário nos conflitos armados: 2024 e 2025 registraram o maior número de países envolvidos em conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Em 2024, cerca de 19% das crianças viviam em zonas de conflito, uma porcentagem quase o dobro do que havia em meados da década de 1990. Em 2024, as Nações Unidas identificaram 41.370 casos de violações graves contra crianças em zonas de conflito, um aumento de 25% em comparação com 2023. A negação de acesso humanitário deixa as crianças em sério risco de abuso, exploração, doenças e fome.

Entre 2014 e 2024, a taxa de pobreza monetária extrema em contextos de fragilidade e conflito aumentou de 46% para 50,2%; fora dessas áreas de conflito, a taxa caiu de 19,9% para 11,4%. Em outras palavras, a metade das crianças em áreas de conflito; e apenas um em cada nove em áreas sem conflito.

Os conflitos geram pobreza porque minam a estabilidade econômica, destroem infraestrutura e interrompem serviços públicos, como água, educação e fornecimento de energia. As interrupções na educação violam o direito das crianças de aprender e prosperar e, consequentemente, corroem tanto o potencial individual quanto a prosperidade conjunta.

Segundo Wehrle, os dados analisados pela UNICEF revelam duas realidades particularmente preocupantes. Por um lado, a redução do investimento público na primeira infância e, por outro, o aumento significativo no número de crianças expostas a situações de conflito armado e violência. A confluência desses dois fatores, argumenta Wehrle, converte a infância numa vítima privilegiada da irracionalidade adulta.

A infância como ator de mudança

Embora o estudo da UNICEF ofereça um retrato bastante claro da realidade dramática da infância, Wehrle observa que é "notável que continue sendo um relatório sobre crianças", já que a questão da participação das crianças, adolescentes e jovens aparece apenas marginalmente no documento. Dessa forma, tanto a produção dessa realidade dramática, quanto a reflexão sobre ela, ficam sob responsabilidade apenas dos adultos". Isso é, sem dúvida, um fato lamentável porque, como argumenta esse especialista suíço, as crianças são ou deveriam ser muito mais do que vítimas: elas também devem ser consideradas sujeitas com direitos e agentes de mudança. A falta de uma perspectiva direta e de participação concreta das crianças na definição de prioridades em políticas públicas é algo que precisa ser urgentemente questionado e resolvido. Se a redução na participação da sociedade civil já é grave em nível global, segundo Wehrle, "a ausência das vozes e das ações das crianças, adolescentes e jovens é um erro ainda mais significativo". Portanto, ele insiste, "nada sobre a infância deve ser aceito sem a participação direta das próprias crianças". Embora o panorama global da infância hoje seja difícil, complexo e pouco esperançoso, existem, no entanto, segundo Wehrle, inúmeras experiências positivas de afirmação dos direitos de crianças, adolescentes e jovens em nível local e em todo o mundo. Essas experiências, conclui, precisam ser conectadas de maneiras mais significativas para que se tornem uma voz cada vez mais impossível de ignorar.

Tradução: Rose Lima.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247


sexta-feira, 28 de novembro de 2025

O CAPITALISMO E A MORTE DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA.

 





O CAPITALISMO E A MORTE DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA.

GRANDES MARCAS TRAZEM SANGUE  NAS SUAS  ETIQUETAS

ABAIXO GRANDES CORPORAÇÕES ASSASSINAS


As lágrimas das crianças escravizadas de Amancio Ortega. Não sabemos o nome dela. Nem a idade. Nem o que ela come com os 1,3 euros por dia que ganha costurando as camisas e calças que seu patrão vende dez vezes mais na Europa. Com esse salário, ela não consegue comprar nem a peça mais barata em uma loja da Zara em qualquer cidade espanhola. Ela é uma criança escravizada; ninguém comemora seu aniversário porque seu único objetivo é sobreviver à escravidão diária que sofre para que Amancio Ortega possa chorar e se gabar de seu império empresarial. Com oito ou nove anos, essa menina não vai à escola, mas isso não nos comove no Ocidente, porque ela não alcançou o mesmo sucesso que o segundo homem mais rico do mundo, seu patrão, que se vangloria de suas origens humildes como se isso bastasse para ser justo com as pessoas comuns pelo resto da vida. Também não sabemos nada sobre as centenas de meninas que morreram nos incêndios que ocorrem em oficinas têxteis de Bangladesh por menos de 30 euros por mês. Do último incêndio conhecido, sabemos que 400 pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas. Nem sequer sabemos se esta menina ainda está viva ou se morreu enquanto engordava os lucros do dono da Inditex. Sabemos um pouco mais, mas não muito, sobre as jovens que vendem as roupas elegantes de Amancio Ortega nas lojas do seu império em Espanha. Jovens que recebem 800 euros e cujos patrões, para evitar a representação sindical e impedir que os trabalhadores reivindiquem o direito a um salário digno e a um trabalho decente, dividem as suas lojas em inúmeras empresas de fachada para pagar menos impostos no país que o elevou ao panteão dos empresários. Nada sabemos sobre os pobres, as vítimas do sistema capitalista que se alimenta do sofrimento e da exploração dos seres humanos. Dos ricos, por outro lado, sabemos tudo: quanto ganham, onde moram, o luxo que os cerca, para onde vão nas férias, a elegância de suas roupas, seus aniversários, as doações que fazem e o quanto trabalharam duro e sofreram para construir suas fortunas. Dos pobres, sabemos apenas que merecem ser pobres, que não trabalharam o suficiente para merecer uma vida decente e que, de vez em quando, são atingidos por um terremoto para o qual fazemos uma doação, porque no Ocidente, se não por outro motivo, somos cristãos exemplares e adoramos colocar um pobre à mesa no Natal. Se você perguntar por que os pobres são pobres, imediatamente se torna um inimigo e é rotulado de comunista e alguém que quer desmembrar a Espanha. Ou ambos. Em qualquer sociedade decente, Amancio Ortega seria processado por ter construído um império sobre o sofrimento de meninas de oito ou nove anos e por desmembrar suas empresas para pagar os mesmos impostos que qualquer pequeno ou médio empresário decente que luta para sobreviver. No entanto,Este galego de renome internacional recebe homenagens do governo espanhol, prêmios de prestigiadas instituições internacionais e é um herói em todas as escolas de negócios. As lágrimas de Amancio Ortega em seu 80º aniversário estampam as primeiras páginas desta versão paulistana do capitalismo que nos paralisa com emoção para que não consideremos imoral sermos enterrados em dinheiro, enquanto seus funcionários ganham menos do que o preço de uma camisa em qualquer uma de suas lojas de roupas que exalam cheiro de plástico e sofrimento humano. (Texto original de Raúl Solís para En Paralelo36 Andalucía)

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

O SIMPLES ,CERTO E NATUREZA-CRIANÇA

 









O SIMPLES ,CERTO E NATUREZA-CRIANÇA PRECISA DE TERRA AR ,ÁGUA E FOGO,NÃO DE TECLADOS APENAS E IMAGENS RETANGULARES COLADAS ÀS CADEIRAS

Na Dinamarca, as crianças são incentivadas no Jardim da Infância a se sujarem de lama regularmente porque brincar na lama estimula a criatividade, fortalece o desenvolvimento sensorial e até contribui para um sistema imunológico mais saudável.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

“A infância é um chão que pisamos a vida inteira” ( Lya Luft)

 

                                                          Foto por Google


Em que pese termos algumas discordãncias no âmbito político, respeito sua escrita, sobretudo ensaios e crônicas, bem como sua. Poesia..Gosto muito..

Aquui é um dos textos que vale apenas pensar

P Vasconcelos



A infância é um chão que pisamos a vida inteira” ( Lya Luft)

Essa frase vem nos mostrar a importância dos nossos primeiros anos de vida, ou seja, da 

nossa primeira infância, do nascimento até os 6 anos de idade. O que vivemos nesses

 primeiros anos fez de nós os adultos que somos hoje. Fomos afetados pelas ações e 

escolhas dos nossos responsáveis. Pais, familiares, responsáveis… pessoas com quem

 vivemos esses primeiros anos. E por que é tão importante? Porque durante a primeira 

infância o desenvolvimento cerebral é muito grande. Em nenhuma outra fase da vida nosso

 cérebro se desenvolverá tanto.

Crianças que recebem cuidado, afeto, atenção, educação de qualidade, desenvolverão

 habilidades que as acompanharão durante toda a vida. Se o ambiente em que vivem tiver 

acolhimento, existir um vínculo seguro com os pais/responsáveis, um grande laço afetivo

, terão um alicerce mais seguro. É importante a amamentação para a criação de um vínculo

 forte, é importante olho no olho, mas não é a única forma. O vínculo vem através do toque,

 carinho, olhar, segurança, acolhimento dos sentimentos, do beijo, do “eu te amo”… aí vai se

 construindo uma personalidade saudável, segura, pronta para a vida.

O pior mal para o ser humano seria o estresse tóxico na infância. Este é causado, segundo

 pesquisas, pelo abuso, pela violência física, psicológica, verbal, negligência. Ficará marcado

 para sempre. O estresse tóxico prejudica o desenvolvimento cerebral, terá consequências

 para a vida toda, como se envolver com drogas, delinquências, criminalidades, prejuízo da 

aprendizagem, da socialização, baixa autoestima. Leiam histórias para seus filhos, divirtam-s

e juntos, levem seus filhos para terem contato com a natureza, deixe-os brincarem livremente.

 O tempo passa muito rápido, ache tempo para eles, estejam presentes na vida deles. Assim

 terão menos interesses pelas “telinhas”. Dê o exemplo. Lembre-se, você é responsável 

pelo ser humano que ele será no futuro.

https://bit.ly/4prArH7


sexta-feira, 7 de novembro de 2025

JOGO POLÍTICO DE BRINCAR DE SER MÃE , NÃO, ISSO É PERVERSÃO , IGNORÃNCIA E DESUMANO.NÃO

 


O feto não é criança, criança é a mãe , feto é uma  promessa de vir a ser criança,o feto  é um pedaço de carne, como nos ensinou Lacan; que ao longo do tempo  torna-se  humano pela linguagem e pensamentos  convivência e adptação ao meio e aos afetos ou não entregues.

O feto é uma matéria gerada por intencionalidade violenta ou não , mas nãoé humano, torna-se humano pouco a pouco na infancia e adultização, através de sonhos desejos e fantasias do que ele poderá vir a ser, dentro do imaginário dos seus progenitores.

Conheçam mais para libertar-se da ignorância e butalidade gerada.

A mulher é dona do seu ventre, como o homem é dono do seu penis, que depois de expelir o esperma, muitas vezes, eu disse muitas vezes , não esá nem aí para o que vai ocorrer, é mero gozo e prova de masculinidade, como se fosse de fato isso, não é , másculo é que tem afeto e pudor, não musculos  e perversões.

A mulher é dona de sua vagina e de seu útero, como o homem é de seu penis e saco.

NÃO A CRIANÇA MÃE!

NÃO SOU A  FAVOR DO ABORTO, SO QUE EM ALGUMAS CIRCUNSTÃCIA CONFORME A LEI ATUAL SIM

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Desrespeito e intolerância aos direitos humanos das crianças brasileiras



A Infãcia há muito tempo vem sendo reduzida via as artimanhas do capitalismo e neoliberalismo.
Em tempos atuais  Hoje o capita- via eletrônica com seus brinquedos eletrônicos e até o consumir algumas comidas e bebidas são formas destrutivas de um novo brincar As. big techs tem comido a infância e isso gera descompasso cognitivo.
Brincar é mover a estrutura esqueletiica, muscular e nervosa ,coisa que as redes digitais e smartphones não proporcionam.Precisamos ficar atentos, não se trata de proibir ,mas dosar ,mesclar as atvidades.
convívio social é essencial, a troca de afetos , intrigas ,desentendimentos, tudo isto é normal. O consumo desmedido é ruim. Exercitar o corpo com esportes bricadeiras e as artes em suas diversas linguagens, dança,teatroartes plásticas,música, etc., enfim atividades de concentração para a criança torna ou incentiva seus sentidos ativa a criatividade e assim somos humanos.
É Humano,precisamos garantir a humanidade,evitar a razão louca da desumanização por uma infância reduzida.
Necessitamos de crianças em situações de precariedade e mescla-las no convívio das outras para que elas sintam de perto as diferenças e lutas de classe,


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Adultização- destruição da infância-Os jogos e os homens: A máscara e a vertigem-Adultisation - destruction de l'enfance - Jeux et hommes : Le masque et le vertige

 mata.
Adultisation - destruction de l'enfance - Jeux et hommes : Le masque et le vertige

Há muito tempo cresce a adultização.
O Capitalismo é bacana nisto, mórbido, perverso,perigoso e genocida
A infância compra e vende.
Pelo jogo alicia-se e rouba e mata.
O jogo é da morte matada
O jogo perverso

segunda-feira, 21 de julho de 2025

O passo atrás da Suécia no uso de tecnologia digital nas salas de aula- O JOGO QUE DESFAZ O JOGO DA CULTURA HUMANA

                                                    FOTO THREADS 

Esta provado mais que nunca, aS tecnologias têm alterado a condição humana desde o cérebro a todo sistema ósseo nervoso e muscular.

Afora que o homem mente por natureza da linguagem, ora a medida que ela se extrapola via redes

digitais amplia-se uma hiperealidade que não corresponde ao real humano.

Não somos contra a tecnologia, mas seus exageros ao ser concebidos ,os seus inventores sabem que é uma manobra de escravidão- um tecnofeudalismo.

O homem tá sendo o lobo de si próprio, ou  cuidamos disto como esta fazendo os paises nórdicos e outros. 

Há um jogo para a morte do homem na sua operação com a linguagem e portanto da estrutura cognitiva, o que implica em todo espectro político social e  da condição do SER, SER COMO HUMANO

vejam matéria abaixo- retirada do threads: Jornal Nota

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A resolução foi anunciada pela ministra Lotta Edholm que escreveu que a educação 100% informatizada “foi uma grande experiência”, mas que “houve uma postura acrítica de considerar a tecnologia necessariamente boa, independentemente do conteúdo”.Segundo o governo sueco, o foco é em restaurar práticas tradicionais de ensino, como a leitura em papel e a escrita manual, que demonstraram resultados mais eficazes na aprendizagem.Leia toda matéria em :

tinyurl.com/2m5ma…

terça-feira, 15 de julho de 2025

A COISA É SÉRIA - BRINCAR É SÉRIO ELE FORMATA O PENSAMENTO E A- LINGUAGEM "Brainrot"









 AOS PAIS EEDUCADORES - A COISA É SÉRIA



"Brain rot", ou "podridão cerebral" em português, é um termo informal usado para descrever a deterioração da função mental ou intelectual, supostamente causada pelo consumo excessivo de conteúdo digital de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. O termo foi eleito a palavra do ano de 2024 pelo Dicionário Oxford



domingo, 18 de maio de 2025

De onde vem a obsessão com BEBÊS REBORN? | Christian Dunker -


Depois da amplitude do que aborda o professor Dunker, não tem muito a falar,  todavia acrescente-se: Que esses bebês não tem nem  30% negras-pretas. 
É um brinquedo do adulto numa alucinação desconstrutiva do sujeito, mas uma vez, a tecnologia segue a bestialidade do humano.
Duvido que as crianças creiam nisto, apenas dirá que é um brincar com um objeto, e que por momentos pode parecer real, mas nas enquetes e pesquisas a criança , numa certa idade, não crê que o brinquedo seja real.

O ADULTO SE INFANTILIZANDO, COMPENSANDO SUA FALTA.
 SERÁ?

Baudrillard já apontava no século passado a disneisização do adulto.
Já existe briga para a portadora  da tal boneca em carrinhos de bebês de ter direito classe preferencial em filas de compras e outros, afora solicitar atendimento ao SUS, a médicos particulares e até batismo.
Por que estas adotam crianças em abandono? Porque elas sabem que o humano é trabalhoso na sua criação/educação,logo é ciente da bestialização  do humano.
Na vida trocamos o simbólico pelo real, face que segundo Lacan o real é impossível, mas o simbólico é o possível, no,por exemplo, sexo já trocam o imaginário pelo real...bonecas etc...
O fato é que estamos nos infalizando, somos coisa que se imiscue com outro objeto/coisa, também fato já pensado por Baudrillard.

domingo, 30 de março de 2025

REDES DIGITAIS QUE PESCAM CRIANÇAS E JOVENS NO GERAL E ADULTO: VÍCIOS E EXEMPLOS






 ÉCRUEL PREVERSO O QUE AS BIG TECHS FAZEM, E O PIOR ACEEITAMOS
-" SÓ UM POUQUINHO"
ESSAS  REDES ANTISOCIAIS  FOI E SÃO PLANEJADAS PARA ASSIM FAZER 
A CAPTURA DOS SUJEITOS TORNANDO-OS ESCRAVOS DA IDEOLOGIA DE DIREITA ,COMO HOJE TRUMP BEM AFIRMA E CONVIDA ELON MUSK.
NADA ESCAPA, TODOS SÃO ENREDADOS, PENSAM O CONTRÁRIO- QUE NÃ SÃO.
HÁ SUICÍDIOS, APARECIMENTO DE SATALKERS VIDE ABAIXO..
o SUJEITO SUCUMBIU, AS MÁQUINAS,   TOMARAM O PODER DE DECISÃO COMO FOI  O MESMO , O RÁDIO ,A TV --TUDO PROVINDO DOS USA. APUBLICIDADE A RELIGIÃO  FIZERAM AS PRIMEIRAS CAPTURAS COMO SISTEMAS.
CAIMOS PELA LINGUAGEM E PAGAMOS PREÇO ALTO COM AS SUAS DERIVADAS DE ECO.
A EDUCAÇÃO PRESENCIAL PRECISA JUNTO COM A FAMÍLIA VIABILIZAR ALGO OU TODOS CAIREMOS NAS FORÇA DO TECNOFEUDALISMO, SE JÁ NÃP CAIMOS .
O GARANDE IRMÃO JÁ NOS COMANDAM  POR SEUS APLICATIVOS E REDES.
O DESEMPREGO SE AVOLUMA ,AS MÁQUIMAS DETONAM O PLANETA, CLARO , VIA HOMEM DO HOMEM, SOBREVIVEREMOS?
É INEÁVEL ALGUSN BENEFÍCIOS   MAS O PREÇO É MUITO ALTO,DEMASIADO.
AS ESCOLAS E UNIVERSIDADES  CAIRAM NO CONTO FALSO, SÃO AIAS TRAVESTIDAS.
O RIZOMA ESTÁ PRONTO E  O PLANETA IDEM, SOMOS SUICIDAS.





* STALKER -Conforme estabelecido pelo artigo 147-A do Código Penal brasileiro, o crime de stalking configura-se pela perseguição reiterada de alguém, por qualquer meio, que ameace sua integridade física ou psicológica, restrinja sua capacidade de locomoção ou invada e perturbe sua esfera de liberdade ou privacidade
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Como sua infância influencia sua vida adulta? | Teoria do Apego-Edward John Mostyn Bowlby

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PHOTO BY H DRAGONS

Edward John Mostyn Bowlby (Londres26 de fevereiro de 1907 — Ilha de Skye2 de setembro de 1990) foi um psicólogopsiquiatra e psicanalista britânico, notável por seu interesse no desenvolvimento infantil e por seu trabalho pioneiro na teoria do apego.
WIKIPEDIA- 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_apego