terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Rola Roda



Havia e ainda há na classe mais pobre esse tipo de brinquedo, simples e desenvolvendo a coordenação motora, habilidade motriz, destreza.Mas aonde está o espaço nos centros urbanos? Há nas ruas, calçadas etc Mostre, divulgue!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

A web dos buscadores suas ferramentas -no aparato da Pesquisa e Construção da aprendizagem

A web dos buscadores suas ferramentas -no aparato da Pesquisa e Construção da aprendizagem

Paulo Alexandre cordeiro de Vasconcelos
Aldo Ambrózio
Luciana Santos







Abrindo com cercamento da pesquisa

Nosso trabalho se dá no campo da Tecnologia Educacional transversando o campo da educação e Comunicação na busca de melhor qualidade de ensino e aprendizagem. Nossas preocupações  na atualidade tem se voltado para as convergências das mídias  em que está  situado nosso grupo de pesquisa CNPQ, no sentido de melhor explorar tais convergências , buscando as  melhores ferramentas e procedimentos didáticos para o emprego das mesmas em consonância aos conteúdos  programáticos por disciplinas dentro dos  cursos de Pedagogia, Comunicação e Administração.

Nosso maior desafio é encontrar estratégias e procedimentos da comunicação via web, entre outros para produzir a Aula, e seus conteúdos de modo a facilitar a melhor explicitação comunicativa educacional, bem como uma estratégia motivacional.

Ao trabalhamos com estas ferramentas da web, buscamos ressaltar as diversidades do campo das multimídias e hipermídias, de modo a consolidar efeitos textuais discursivos que cubram som e imagem e palavra, produzindo boa recepção e inteligibilidade dos conteúdos. Buscamos ao mesmo tempo fazer compreender o valor de afetar  melhor o aluno no sentido de compreensão da ferramentas, como também saber manipulá-las para efeito futuro de seus usos na sua atividade profissional em que destaca -se o valor da boa comunicação e didática de entendimento e compreensão e assimilação dos conteúdos.

Por outro lado há um investimento, sobretudo nas escolas e universidades privadas, em que o aluno identificado pela comunicação- da web- assim como procede a contatos burocráticos, desde matrículas rematriculas, notas, contatos com professores coordenadores ou até mesmo por aulas on-line - em situação semipresencial, ou totalmente on line, ou até mesmo a disponibilização de textos e vídeos pela web como matérias de aula, como nestes últimos se situa nossas universidades.

Para fins de nossos objetivos mais específicos escolhemos o buscador Google e outro instrumental seu que é o You Tube, de modo a contribuir em nossas reflexões dentro do processo educacional desenvolvido por nos autores desta comunicação.
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A comunicação educação Mediada pela Web – Informação e Pesquisa


Comunicar sempre foi e esteve no âmbito da Educação. A educação é processo que se estabelece  por uma comunicação didática e crivada de signos, verbo orais e escritos bem como imagéticos.
As mídias desde os tempos mais remotos com a escrita e as imagens impressas sempre foram partícipes do processo educativo, informal, ou mesmo formal.
A condução do processo de significação contido na comunicação permite alargar o sentido educativo da comunicação, assim como elucidar sublinhar estruturas a serem passadas no processo de aprendizagem.
As linguagens ao interpenetrar o processo de comunicação para efeito da educação se juntam para mais adensar o sentido da comunicação interagindo assim de modo a complementar sentidos e estruturas daquilo a que se quer comunicar no âmbito educativo.

Uma comunicação educativa assim mediada por diversidades de linguagens seja as verbo- orais ou escritas e mais as não verbais, como as sonoras, imagéticas ou aquelas advindas da multimídias/hipermídia que se incorporam na atualidade para dar mais força e contemporaneidade ao que se quer comunicar.
A estrutura da aula, dentro do processo de ensino aprendizagem assim crescendo em muitas instituições de ensino, vem se alterando com a entrada das novas linguagens presentes na Web, o que faz uma implicação maior entre educação e comunicação destacadamente.

Se antes com o rádio, o cinema a Televisão e o Dvd, este processo já se consolidava como ferramenta e didática e de conteúdo, bem como ideologizante, hoje com a web tal processo se alarga, e muitas vezes dá autonomia ao aluno no mundo do ciberespaço, bem como confere ao educador variações de estratégias e didáticas pelas novas ferramentas postas na web, referimo-nos aqui à web sites, blogs, motores de buscas, e outros meios de comunicação na internet, como os menserger o Yahoo, Google, Orkut, Myspace, Face book ao twitter na atualidade, sem nos esquecermos das enciclopédias, fundos de artigos científicos, youtube, afora os e-books hoje presentes e atuantes etc..

O processo educativo sempre foi um campo da pesquisa, da busca de informação consolidação do conhecimento para tanto o dicionário e as enciclopédias impressas, as bibliotecas não nos deixam mentir.

A diversidade da informação e comunicação dentro da web assume hoje um papel, extenso e complexo para a atuação didática do professor exigindo do mesmo ponderações críticas, didáticas estratégicas e conteúdisticas assim como novas posturas e conhecimento acerca da web, programas, softwares etc.

Por outro lado a que se pensar num conceito demasiado amplo que é o de letramento, e que suplanta não só a escrita e leitura crítica, mas todo e qualquer discurso apoiado em qualquer suporte, caso da web. Desta feita a inclusão digital só faz através deste letramento, que é o conhecer a web sua diversidade de suportes e conteúdos, implicando em um novo domínio da técnica digital, ou seja, das linguagens do ciberespaço.

De acordo com Warschaue (2006) processa-se uma espécie decorrente da aglutinação entre a tecnologia e letramento determinando novos tipos de letramento na era do ciberespaço, e ele chega a destacar os seguintes:-letramento mediado pelo computador, letramento informacional, letramento multimídia e o letramento comunicacional mediado por computador.

Tais especificidades de letramento concorrem para o uso e eficiência dentro do mundo da web, de modo a permitir melhor adentrar ao mundo digital e saber colher informações o que para ele implica na aquisição e fortalecimento do capital social e do processo de cognição.

Tais categorias propostas pelo autor permitem um criticidade da web, proporcionando refletir sobre os dados obtidos bem como os recursos de pesquisa, seleção e classificação de sites motores de buscas, conteúdos científicos certificados etc.

Já com o letramento informacional é possível administrar, armazenar as informações. Depreende-se ainda do autor, que no letramento multimídia e comunicacional, sorvendo as informações possamos transformá-las em comunicação realizando o processo comunicacional para isto tenho que estar em consenso pleno de uma cartografia das ferramentas ou software(s) e, portanto habilidade informática.
Se a web hoje consolida-se como Tecnologias da Educação, por sua vez os cursos on line estão sedimentados e aqueles presenciais, tem ajuda e apoio de elementos da web passando por sua diversidade de sítios e conteúdos.
O fato é que os grandes nomes da Web como Microsoft, Yahoo, e Google, fazem uma corrida para se destacar neste panorama e nos atinge nos ladeando por instrumentais que são cabíveis dentro da Didática e do planejamento didático do Ensino, Fundamental, Médio e Superior, sem falar nos sistemas de pos- graduações on- line, ou apenas presenciais que contam como apoio imprescindível dos chamados motores de buscas e ferramentas que congregam aglutinação ou convergências das mídias dentro de uma perspectiva da concorrência dos grandes empresas da web, como Microsoft, Yahoo e MSN, sem falar dos produtores de software verdadeiros oligopólios como são a Microsoft e a Adobe.


WEB - -Convergência de Políticas Comunicacionais e A Educação

Na verdade a popularização da Internet se assim podemos falar, se deu por um conjunto de fatores os mais diversificados possíveis - das políticas de segurança, da inquietude universitária, no desenvolvimento das ciências, e da incitação mercadológicas para aprimoramento das relações mercantis isto se fez desde os incrementos Internacionais como é o caso do EUA berço da mesma

As gênese da Internet perdem-se em posicionamentos diversificados quanto à justificativa de seu aparecimento, assim para Castells (2003), ela foi resultado de uma diversificada conjunção entre ciência, pesquisa acadêmica e, pesquisa militar dos Estados Unidos bem como em alicerces da contracultura libertária. Para este espanhol ele se propagou a partir de paradigmas livres e de princípios de cooperação gratuidade entre os usuários o que configuraria nela um sentido libertário, sobretudo reinante nas universidades Americanas. Aliás tal perspectiva seria defensável pelo Pierre Levy

Não concordando com isto pensamos que de outro lado outros teóricos como Mattelart (1995), Virilio (1998), Baudrillard (1990) e Philippe Breton (2000) concordam que ela já nasce com a condução prática do próprio capitalismo, face às necessidades de ampliação desenvolvimento de mercados ou afirmar que a Internet emerge: no âmbito da sedução das engrenagens motrizes, num espaço reinventado de uma comunicação utópica e, como tal, num investimento, em parte, alienada em face da condição do humano desejante de uma democracia e amarrado pelos vieses da publicização/visibilidade e das matizes do marketing e da publicidade.

Assentado a estas condições de globalização e mercado, o fato é que no Brasil a Internet tem sua disseminação por iniciativa governamental, acordos internacionais para regulamentação da mesma, assim como, pelo mercado interessado e entre outros tivemos os provedores de acesso, e claro com o desenvolvimento do hipertexto e seus browsers, que permitiram o acesso, e agilizava o mesmo para navegação dentro de uma velocidade que permitisse a facilitação da navegação e a presença dos downloads. Colaboraram assim desde medidas governamentais,e e universidade como a USP[1]  UFRJ[2], vem  como a abertura da internet como um produto de mercado para a comunicação e o surgimentos dos grandes  provedores e portais , que por interesse econômico pressionava a agilização do governo a medidas  de melhoria da mesma, desde políticas de cabeamento , da Industria de Computadores quem poderia ser provedor de acesso, até acordos com Cia telefônicas etc..

Aqui já se prenuncia uma primeira convergência de interesses diversificados no sentido de explorar este novo meio de comunicação com diversificação de interesses políticos, econômicos, como nos salienta Cassol: através de Bustos:
A convergência dos meios de comunicação tem gerado, no mercado da
mídia, o que Bustos (2005) denomina movimentos de convergência, envolvendo empresas de telefonia, informática, conteúdo e indústrias de materiais. Neste contexto, o autor distingue quatro diferentes classes de convergência: de     provedores de conteúdo e empresas de telefonia; de provedores de conteúdo e empresas de internet; convergência de conteúdos e serviços; e convergência de equipamentos. (Cassol,2008,99)

A bem da verdade a política Nacional Brasileira no que diz respeito à Internet ou mais precisamente no setor de Informática na educação esteve ligado até 1989 ao Estado maior da Forças Armadas (EMFA) e da burguesia Nacional, mas com a entrada em cena do SEI (Secretaria Especial de Informática) e do MEC assim como o centro de investigação piloto da Educom -1981_promovendo um debate mais amplo como nos afirma Moraes (Moraes, 2002, 117)
Em ações sucessivas ao Educom tivemos ainda os projetos Formar -1987, Proninfe 1989 e Proinfo -1997, estes vislumbram difundir o campo da informática, treinar aperfeiçoar difundir centros de informática, incluir escolas e centros acadêmicos, implementar e difundir Tecnologia educacional estimulando dentro do ensino aprendizagem.

Ampliações de Motores de busca e outros instrumentais

A pesquisa no campo da aprendizagem, da escola, na universidade é de valor precípuo, é fator primordial para a aquisição reflexão assimilação do conhecimento e sua classificação e categorização e afirmação de campos epistêmicos variados.

Se o conhecimento historicamente partilhou entre outros com a oralidade, dos grafismos aleatórios do desenho, por exemplo, aqueles das cavernas, com uma memorização muito própria, específica do grafar, com a escrita o conhecimento sofre uma ascensão para a melhor memorização e armazenamento do mesmo. Assim a comunicação impressa com Gutenberg foi um marco para a pesquisa e consolidação do conhecimento.ao mesmo tempo que  com a escrita teríamos  um foco metodológico de explicação discursiva da formatação do conhecimento e sua fontes classificadas  de sua gênese.

De igual modo com Rede Mundial de Computadores através do Hipertexto - HTTP (Hypertext Transfer Protocol, que significa Protocolo de Transferência de Hipertexto) a consulta por textos - ou ainda textualidades diferentes em seus princípios e não mais só com uma leitura linear, mas regida do mesmo modo por uma semiótica A leitura constituiu-se também como uma complexidade na comunicação, e na aprendizagem, uma vez que um novo projeto semiótico da representação gráfica se fundava por novos caracteres e regido por campos da semântica e da sintaxe, entre outros, mas diferenciados na sua textualidade adaptada ao Hipertexto. Da oralidade e sua especifica a memorização ritualísticas partimos com a escrita alfabética e numérica para  um campo de maior complexidade técnica da linguagem e apreensão do mundo e do conhecimento. e chegamos à rede mundial “de pessoas grupos e empresas e Instituições (Yunes, 2002)

A gama de informação na web tornou uma rede fantástica de diversidades textuais, mais complexas sem a presença dos buscadores. A medida que as universidades e o campo empresarial mergulhou na rede houve um sentido maior para a organização  da rede e pesquisa que facilitassem a entrada do grande público,e assim fazendo um novo letramento, o letramento digital.

Por outro lado à medida que surgiram sites especializados por área do conhecimento a web foi se tornando uma Babel, verdadeira, uma hiper biblioteca. Se de um lado algumas empresas como a Microsoft deram grande empurrão para a migração para este tipo de biblioteca, claro ajudada também pela pirataria de suas ferramentas, não foi ela a que deu o pontapé na área dos buscadores como veremos, mas em contrapartida dominou o mercado durante muito tempo com seu navegador Explorer e suas ferramentas do Office, junto com outras empresas como Adobe e Corel.

Contudo são a partir do surgimento dos provedores aonde muitos mais tarde se transformam em portais, caso da AOL- o maior do mundo, Yahoo, Terra, UOL, entre outros que tornam-se populares os Motores de Buscas, ou Buscadores.

Os portais vão agregar produtos: conteúdos, os mais diversos, entre eles os educativos, e à medida que se proliferam com o apoio da comercialização de publicidade e propaganda, junto com a produção de identidade do usuário face da entrega paga ou gratuita de emails, vão aglutinando motores de buscas.

Afora os Ipes, marca identificatória do individuo na web, de caráter técnico, agrega-se uma personalização dos sujeitos internauta via os emails. Esse serviço veio a expandir a rede por necessidade dos internautas em ter uma comunicação rápida e identificatória na própria web.Informalmente o email é uma primeira ação informal educativa no sentido de troca de informações e conhecimento.

Nesta corrida da web os grandes provedores e portais vão ter uma alta disputa desta ferramenta, em que vão se destacar, em volume de tráfego no Brasil, inicialmente, a Bol., UOL, Yahoo, e Hotmail, para depois se agregar o Google, para manter-se entre os buscadores com a diversidade de serviços. Houve ainda no Brasil outros buscadores como O Cadê? –de iniciativa nacional que é fundado por Gustavo Viberti e Fabio de Oliveira-1995, depois vendido ao Starmedia-1999 e em seguida ao Yahoo, 2002. bySergio Vinicius http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2008/05/06/ult4213u408.jhtm
O Google é promotora de serviços online, sediada nos Estados Unidos. Foi criado dentro de uma Universidade americana de Stanford, de onde lá vieram também o Excite e o Yahoo. Antes destes houve iniciativas outras como:O Archie 1990, o Veronica, ambos com deficiência semântica.em seguida vem o Wanderer 1993 , que na verdade era um robô, mas que foi superado  pelo WbCrawle,1994 este com  destaque, pois o mesmo indexava todo o texto coisa que antes  não ocorria.Ele foi comprado pela AOL em 1995.(Battele,2006)
O Google aparece através de estudantes em doutorado Larry Page e Sergei Brin da Universidade de Stanford em 1996. Inicialmente denominado Backrub, inicialmente seu aprimoramento se deve a inquietude seus criadores em ter uma busca mais rápida e com qualidade de lincagem ou ligações ou nós, considerando também um menor tempo nas buscas. Ele vai superar o Alta vista e o Yahoo, pela qualidade  de buscas e serviços ouros agregados como aqui salientamos
Sua ação inicial foi o Google Search, estando entre os maiores buscadores em volume e uso no mundo serviço de busca mais usado no mundo, O Google, além de iniciar uma nova proposta de busca parte para o agenciamento de emails, que com isso convalida seus outros serviços que vão, desde o seu buscador  email, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, blog entre outros; assim cormo ferramentas de pesquisa especializada, que inclui, entre outras coisas, notícias, imagens, vídeos e artigos acadêmicos.
O fato e que a comunicação educativa já esta a mercê destas convergências midiática e os buscadores da web, vem se expandindo de modo a apresentar alem do serviço de buscas outras ferramentas que ampliam seu status on line, sua publicização e seu valor de mercado enquanto empresa. Por sua vez estas empresas sabedoras do uso na escola e academias deste buscadores vem se especializando  na área ,para atender ao estudante e pesquisador e assim abrindo seu âmbito de comunicação e intersecção no mercado educacional, caso do próprio Google, como seu Schollar/Acadêmico.A empresa com isto busca  perseguir este nincho buscando uma  convergência  de ferramentas gratuitas, como é o caso  do Google Chrome, para concorrer  com a Microsoft e o Mozila, enfim estamos diante de uma Industria Cultural e seus oligopólios, caso do Bill Gattes/MSN Bing, Google
Mecanismos de buscas e estratégias discursivas
Para não superarmos nosso foco vamos ao entendimento do Google face à educação, considerando sua maior procura entre os usuários da Web -Recentemente, a compet.com lançou o resultado do market share de search engines para o mês de fevereiro e, além dos dados em si, é importante relacionar o resultado com o comportamento geral das pessoas.e , incontestavelmente pelos Alunos na Universidade Anhembi Morumbi numa pequena amostragem de 80 alunos entre turnos da noite e manhã no curso de Pedagogia têm Google como seu buscador por excelência. .(http://www.mestreseo.com.br/seo/qual-sua-ferramenta-de-busca-favorita-market-share-de-fevereiro)(Mestreseo,2009)100%
O Google não só favoreceu o aluno como o professor na démarche da pesquisa, mas ate porque ele dentro de uma perspectiva semântica ganhou amplitude na condução da pesquisa on line possibilitando a abertura e fechamento da pesquisa no enquadramento vocabular e sua interfaces que permitem reduzir e ampliar. Todavia o valor semântico ainda se fixa na repetibilidade e constância do vocábulo e expressão dentro das consultas feitas.è como que se criasse um campo lexical mais próximo ao pedido diante dos já solicitados.

Neste aspecto é relevante fazer o aluno perceber as modulações que podem ser tomadas sua expressão de pesquisa afim de melhor encontrar os dados a que se quer. Ou se, trabalhar as mutações semânticas ou ate sintáticas da expressão para melhorar a eficácia do resultado.Neste sentido a comunicação se opera melhor se pensarmos  no registro da pesquisa e suas modulações para efeito de entendimento  do(s) “dado-s” como descritores numéricos  de informação calculada na sua constância de circularidade na web WWW.

Todavia o que se observa é muito mais o acaso e acerto e não acerto da expressão sem pensar nas modulações e sinonímias do termo ou expressão.

Mesmo que experimentemos as ferramentas de refino a pesquisa, ainda assim nos batemos em generalidades que escapam ao campo semântico.
As buscas nos motores é estrutural formal, não arrolando os campos de sentidos fechados, como no desejo do enunciatário, e seu desejo lingüístico discursivo. Poderá ocorrer  sim  coincidências de campos  semânticos, mas por arrolamento de coincidência.

Mesmo com os mecanismos de filtragem não se consegue fechar e precisar o campo semântico da expressão. O aluno conhecedor  do campo lingüístico , da sintaxe e morfologia pode melhorar sua busca nas ressignificações estruturais de sua expressão.

Os tags e feeds são tentativas ainda que precárias para a web semântica, neste sentido as investidas dos sites, blogs etc. aproximam um imaginável semântico, mas não ao pé da letra.
Temos ainda que considerar que as buscas realizadas pelos alunos por trazer um volume grande de informações e dispersas ao texto permite ao mesmo adquirir uma ampliação vocabular, em que ele se volta para o próprio buscador para entender o sentido que ali se deu.

Se nas pesquisas resultam copia de texto alteradas, furto de textos, o próprio buscador propicia a identificação do mesmo, levando o aluno a reconhecer seu erro de plágio, copia.

È importante que destaquemos que todos os recursos de busca, são recursos e estratégias dos buscadores para ampliar a navegação e prover seus cientes e publicidade, portanto os recursos da busca em que aparecem ao final do parágrafo do item apresentado vem as palavras  EM CACHE  e SIMILARES, bem como no fim de cada página com os resultados  vem a apresentação da palavra chave posta para busca associada a outros temas.Como a exemplo do vocábulo MANGA, aparece desde o Mangá em maior citações e a seguir abaixo:Pesquisas relacionadas :MANGA;
Percorrer tais ícones é ir em busca do mais aproximado campo semântico que se deseja ,mas é ao mesmo tempo fazer navegar e fruir a publicização lateral que se coloca na associação ao mesmo campo semântico possível



A leitura é outro fenômeno do buscador, ou seja, impele o aluno a leitura e destrincha mento do texto e sua ressignificação face à solicitação de exercícios, como web quest etc. A leitura é uma conquista da web, que renova o ato literário permitindo o aluno se expressar, motivá-los com ferramentas como Blogs, Movie Maker,Flash,Dream Weaver ,Adobe etc. O formato dos Software da ao aluno um reforço em escrever,motivando-o a visibilidade , caso de blogs, ou rede sociais , como Orkut, MySpace Facebook, e outros.


Mas Google não fica por ai e se nos ativermos a sua diversificação vamos observar uma série de ferramentas que estão expostas como na página a seguir e que podemos vislumbrar neles ma convergência de mídias e aparatos que recobrem a diversidade textual recobrindo desde o verbal ao não verbal ao hibridismo de ferramentas. Assim o Google vem tentando recobrir um panorama de linguagens .Como de igual forma seguem o Yahoo, o Bing novo da Microsoft mas sem a diversidade que o Google abocanhou nos últimos anos, o que dele um espigão de ferramentas  a ser balizada sob o espectro educacional.O interesse para tal justifica-se por poder acionar um nicho de mercado o estudante a Escola, a Universidade ou outra Instituição Escolar de modo a fazer um lócus para a publicidade dos seus anunciantes  assim abrir espaço de mercantilização, que é este seu maior interesse fazer uma demanda da marca pelos nichos de clientela,caso da educação.Todos os demais serviços são sustentados pelo conteúdo que pode ser trabalhado em marketing e publicidade, caso das redes sociais como Orkut, Face Book,Twiter,My Space Blogs entre outros .O caminho destas  empresa não se furtam as metas de qualquer Indústria Cultural.

O Google  como outros buscadores são alimentados pelas nossas palavras chaves que permitem ao seu robô fazer inserir  campos associados e modelizá-los dentro desta pesquisa de solicitações.Nós os fazemos, como assim ocorre  nossas inserções  e caracterizações pessoais dentro do Orkut,MySpace etc. enfim dando dados a pesquisa do consumo de tipologia de consumidores e caracterização  de targets.

Os buscadores ainda não trabalham com o caráter verdadeiramente semântico, isso são apostas para a web 3.0, na verdade os motores trabalham com núcleo e periferia da expressão e não pelo campo de ligação de significações como assim seria uma semântica verdadeira se é que chegaremos lá, pois para isso ter-se-ia que divisar a multiplicidade de campos lexicais de todos os usuários da rede para mais se aproximar de um verdadeiro campo semântico, será isso possível?

Refletindo sobre a produção da pesquisa nas ferramentas de buscas e software
Hoje a prática educacional se instala em sala de aula, através de buscadores e ferramentas outras como softwares de modo claro configurando uma pratica comunicacional sem que muitas vezes não tenhamos claro esta função.
A didática com as TI requer princípios de comunicação face ao emissor e receptor, bem como a atenção ao design instrucional que envolve o produto a ser concebido.








BIBLIOGRAFIA

BAUDRILLARD, Jean. Estratégias Fatais. Trad. M. Parreira. Lisboa: Estampa,1990.

BRETON, Philippe e S. Proulx. A Explosão daComunicação. Trad.M.Carvalho. Lisboa: Ed Bizâncio, 1997.

BRETON, Philippe. A Utopia da Comunicação. Trad. S. Fereira. Lisboa;Instituto Piaget 1999.

BRETON, Philippe. História da Informática. São Paulo: Ed Unesp 1991.

BRETON, Philippe. Le Culte d L’ Internet. Paris: Decouvert ,2000

BUSTOS, J. C. M. Estrategias de los grupos de comunicación en la era de La convergência. In: BOLAÑO, C.;MASTRINI, G. & CABALLERO, F. S.Economía política, comunicación y conocimiento: una perspectiva crítica latinoamericana, Buenos Aires, La Crujía, p. 97-121.

CASSOL,Daniel B. Audiência de portais: a internet entre a democracia do ciberespaço e a hegemonia das corporações in Comunicação e Espaço Público, Ano XI, nº 1 e 2, 2008

CASTELLS, M. 2003. Internet e sociedade em rede. In: MORAES, D. (org) Por uma outra comunicação, Rio de Janeiro, Record, p. 255-287. São Paulo: Loyola, 1988.


LÉVY, Pierre A Árvore do Conhecimento. São Paulo: Escuta, 1995.

LÉVY, Pierre A Inteligência Coletiva: por uma antropologia do ciberespaço, São

LÉVY, Pierre. O que é virtual.Trad.P. Neves. São Paulo: Ed.34, 1996.

MATTELART, Armand e Michèle. Histoire des théories de la communication. Paris : La Découverte, 1995.

VIRILIO, P. La bombe informatique. Paris, Galilée, 1998

VIRILIO, Paul . Cibermundo: a política do pior. Lisboa: Teorema, 2000

VIRILIO, Paul.O Espaço crítico.Trad.P.R.Pires.Rio de Janeiro:Ed.34. 1993

WARSCHAUER, Mark. Going one-to-one. Association for supervision and curriculum development.Education Leadership, dec., 2005, jan., 2006

YUNES, Eliana(org).Pensar a leitura:complexidade.São Paulo :Loyola/Puc Rio,2002




[1] 1988 Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) [2] também ligou-se à Bitnet, por meio de uma conexão com o Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago.
Algum tempo depois, a Fapesp criou a rede ANSP (Academic Network at São Paulo), interligando a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (UNESP) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT

[2] 1988, o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) [1], localizado no Rio de Janeiro, conseguiu acesso à Bitnet, através de uma conexão de 9 600 bits por segundo estabelecida com a Universidade de Maryland

Vulnerabilidade e violência contra crianças e jovens no Brasil | Viviane Mosé


Dê um basta no ciclo de violência contra a criança!


Brincadeiras dos nossos Avós


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Perfis de crianças e adolescentes nas redes sociais pode gerar dor de cabeça nos pais ou responsáveis


As redes ditas sociais, que nao me agrada o nome, também é lugar de criança, observado as normas que os pais 
colocam.
As redes são  parte do mundo e a criança a de se inserir sim.A escola tem um papel importante nisto, o que é 
preciso é definir regras mesmo que as crianças fujam delas fora de casa, mas aí é a vida,Cumpre-se  aqui descumpre-se 
acolá.
Agora o pavor a s redes é inaceitável, pois elas também sao formas de brincar. Vejam o artigo abaixo:P
aulo Vasconcelos 
http://bit.ly/2nMwXBZ
21 Maio 2016 00:00:00

Dicas para a família lidar da melhor forma quando o assunto 

é internet

"
O que fazer quando as crianças pedem para entrar nas redes sociais? 
Cada vez mais jovens, elas ganham smartphones, aprendem a baixar aplicativos 
e estão decididas: querem ser donas do próprio perfil. Entre as crianças brasileiras de 9 a 10 anos que usam a internet, 
43% revelam ter perfil próprio em algum site de rede social. 
A exposição da identidade, os relacionamentos que podem surgir na rede e o 
conteúdo a que eles estão expostos cada vez mais cedo costumam preocupar os pais. Já que é difícil evitar o 
interesse, a reportagem traz dicas para lidar da melhor forma com crianças e adolescentes 
nas redes sociais.
O diálogo constante e a confiança entre pais e filho foram os caminhos adotados por 
Gisele Guimarães, 42 anos, desde que Gabriel, 12, começou a navegar pelos 
mares incertos da internet. Aliás, conversar abertamente e estimular a 
responsabilidade são práticas da família em qualquer assunto. 
Em relação à internet e às redes sociais, Gisele tem observado que a rapidez e o 
excesso de informações que a web proporciona sempre têm efeitos no dia a dia do 
pré-adolescente. Por isso, Gabriel conhece os limites do acesso:
– Ele cresceu conectado, e eu vejo que isso gera uma certa ansiedade, uma 
necessidade de ter respostas para tudo, muito rapidamente. 
A gente percebe que o computador, o tablet e o celular deixam a cabeça dele 
acelerada. Por isso, horas antes do horário de estudo ou de ir dormir, ele já não 
mexe mais no smartphone, para conseguir descansar ou se concentrar – explica 
Gisele.
Essa é uma das recomendações da psicóloga especialista em infância e adolescência 
Aline Restano:
– Deve-se avaliar se o acesso às redes sociais está prejudicando as atividades da 
criança pelas consequências que isso tem na sua rotina. A família pode ter 
combinações em que momentos o uso é limitado, como na hora do jantar, por exemplo.
Gabriel tem perfil no Facebook e, se precisar, os pais têm a senha para acessar o 
perfil dele, mas isso não costuma acontecer. E o exemplo dos pais tem influenciado 
muito nos interesses do filho. Gisele e o marido, Rogério Pinheiro, também estão nas 
redes sociais, mas usam os perfis com moderação, mesmo que uma presença mais 
intensa na rede poderia se justificar pela atividade artística dos dois, que são cantores.
– Não são todos os aplicativos que interessam ao Gabriel. Assim como a gente não 
dedica tanto tempo assim para os nossos perfis nas redes sociais porque vemos 
que isso gera uma certa ¿obrigação¿ de estar sempre fazendo coisas legais para 
postar, buscamos mostrar para ele que o convívio pela internet não substitui o 
contato pessoal nem atividades que são fundamentais para a saúde e o 
desenvolvimento dele, como ir jogar basquete com os amigos – acrescenta a mãe.


PERGUNTAS E RESPOSTAS



- Qual a idade certa para a criança ter um perfil?Para Aline Restano, 

psicóloga e especialista em infância e adolescência, não há idade ideal ou 
certa para entrar nas redes sociais. Porém, ela diz que, quanto mais tarde, melhor. A avaliação da hora 
adequada para criar o perfil deve ser feita pelos pais, considerando a 
maturidade da criança em lidar com assuntos como privacidade e proteção 
contra o bullying.
- Devo usar as redes sociais para monitorar meus filhos?É importante conhecer o
 funcionamento de todos os sites e aplicativos para auxiliar o filho na configuração 
segura da conta e instruí-lo sobre as boas práticas que variam para cada serviço. 
Computador ou tablet podem servir como babás eletrônicas, e muitos pais caem 
nessa tentação, deixando os filhos vulneráveis. Nem todos os pais têm condições
 de acompanhar cada passo ou participar das redes, mas deve-se ter a consciência 
de que a internet é uma janela para o mundo.
- Preciso ter a senha do meu filho?Ensinar sobre a importância de resguardar senhas no mundo digital pode começar 
pelos pais.